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    Hidroxicloroquina: EUA testam remédio para malária no tratamento do coronavírus

    O presidente Donald Trump disse que há resultados encorajadores com o medicamento

    Testes de medicamentos contra o COVID-19 em um laboratório nos EUA
    Testes de medicamentos contra o COVID-19 em um laboratório nos EUA Foto: Shannon Stapleton/Reuters

    Da CNN Brasil, em São Paulo

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    O governo dos EUA anunciou nesta quarta-feira (19) que está testando medicamentos já existentes para tratar o novo coronavírus (COVID-19). O presidente Donald Trump disse, em entrevista coletiva, que há resultados encorajadores com a cloroquina (hidroxicloroquina), remédio usado para malária.

    Trump informou que orientou a Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA, na sigla em inglês) a avançar nesse caso.

    No momento, há um teste conduzido pela Universidade de Minnesota com 1.500 pessoas para verificar a eficácia da cloriquina contra a COVID-19.

    O medicamento para malária também está sendo testado em outros países, como China, Austrália e França. Ele foi elogiado no começo desta semana pelo executivo-chefe da Tesla, Elon Musk, que se recuperou da malária depois de usá-lo em 2000.

    Além de ter um efeito antiviral direto, a hidroxicloroquina — nome completo do composto — suprime a produção e liberação de proteínas envolvidas nas complicações inflamatórias de várias doenças virais.

    “Estamos tentando alavancar a ciência para ver se podemos fazer algo além de minimizar os contatos”, disse o doutor Jakub Tolar, reitor da Escola de Medicina da Universidade de Minnesota e vice-presidente de questões clínicas. “Os resultados são prováveis em semanas, não meses”.

    Há também outros testes em execução com os medicamentos Remdesivir, administrado contra o ebola, e a losartana, para pressão arterial. Ainda não há confirmação científica da segurança desses químicos contra a nova doença.

    A maioria das pessoas infectadas com o novo coronavírus só desenvolve sintomas leves semelhantes aos da gripe, mas cerca de 20% pode ter manifestações mais graves que podem levar a uma pneumonia, exigindo hospitalização.

    De acordo com os últimos dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), há 207.855 casos confirmados e 8.648 mortes pela nova doença em 166 países e territórios.

    Com informações da Reuters e Estadão Conteúdo

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