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    CNN Sinais Vitais fala sobre inclusão de pessoas com síndrome de down

    Novo episódio do Mesacast comandado pelo doutor Roberto Kalil vai ao ar no sábado (9)

    Cardiologista Roberto Kalil, apresentador do CNN Sinais Vitais
    Cardiologista Roberto Kalil, apresentador do CNN Sinais Vitais Kelly Queiroz

    Da CNN

    O novo episódio de “CNN Sinais Vitais”, com apresentação do doutor Roberto Kalil , tratará da importância e da necessidade de haver inclusão e acolhimento social de pessoas que vivem com síndrome de down.

    No Brasil, em média, uma em cada 700 crianças nascem com a trissomia do 21, ou seja, a síndrome de down.

    O importante, segundo especialistas, é que as crianças com a síndrome sejam inseridas em programas de estimulação precoce desde o nascimento.

    “Atividades de fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional, aproveitando o momento de neuroplasticidade cerebral para que se desenvolvam e sejam capazes de vencer os comprometimentos que essa alteração genética impõe”, diz Zan Mustacchi, diretor do Centro de Estudos e Pesquisas Clínicas de São Paulo.

    A síndrome é uma alteração genética causada na divisão celular durante a fase embrionária. Em vez de dois cromossomos no par 21, surgem três.

    Com isso, as pessoas com essa síndrome desenvolvem algumas características físicas em comum, como olhos oblíquos, nariz achatado, rosto arredondado e orelhas pequenas, por exemplo.

    Além disso, também desenvolvem alguns problemas de saúde relacionados, como cardiopatias, que afetam 50% dessa população, diminuição do tônus muscular e da força (hipotonia), bem como comprometimento intelectual.

    A ciência ainda não conseguiu determinar exatamente por que essa mutação genética acontece, mas com o avanço da medicina e de medidas de inclusão, as pessoas com T21 estão vivendo mais e melhor.

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