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    Com 73.295 casos em 24 h, país se aproxima de 15 mi de contaminações por Covid

    Brasil já soma 14.930.183 infectados e 414.399 vidas perdidas para o novo coronavírus

    Anna Gabriela Costa, da CNN, em São Paulo

     

    O Brasil registrou, nas últimas 24 horas, mais 2.811 mortes pelo novo coronavírus, totalizando 414.399 pessoas que perderam a vida para a doença, segundo dados divulgados pelo Conselho Nacional de Secretarias de Saúde nesta quarta-feira (5). 

    O país já soma 14.930.183 infectados pelo vírus, desde o início da pandemia, sendo 73.295 novas contaminações registradas apenas nas últimas 24 horas. 

    São Paulo é o estado brasileiro mais afetado pela pandemia, são quase 3 milhões de infectados e 98 mil mortes causadas pela doença.

    Em seguida, os estados de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Bahia aparecem, respectivamente, como os mais afetados pelo novo coronavírus na lista de estados brasileiros. 

    Vacinação no estado mais afetado

    Nesta quarta-feira (5) o governo de São Paulo anunciou a ampliação da campanha de vacinação contra a Covid-19  para novos grupos com comorbidades e deficiências, incluindo grávidas, puérperas e adultos com idade de 55 a 59 anos.

    A campanha terá início na próxima terça-feira (11) com a vacinação de gestantes e puérperas. Somente mulheres grávidas acima de 18 anos, em qualquer idade gestacional, poderão ser vacinadas. Ainda na terça-feira (11), as pessoas com idade entre 55 e 59 anos e deficiências permanentes poderão receber a primeira dose da vacina contra a Covid-19. 

    Já em 12 de maio será a vez de pessoas com comorbidades serem vacinadas. Os integrantes desse grupo, que tenham entre 55 e 59 anos, somente poderão receber a vacina desde que apresentem o comprovante de situação de risco, como exames, receitas, relatório médico ou prescrição médica. 

    Alta lotação em hospitais acende alerta na região metropolitana de SP
    Alta lotação em hospitais acende alerta na região metropolitana de SP (12 dez. 2020)
    Foto: Reprodução/CNN
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