Ao menos 14 estados e o DF aplicam 2ª dose de reforço em pessoas acima de 40 anos

Ministério da Saúde recomenda que a imunização seja feita com as vacinas da Pfizer, AstraZeneca ou Janssen, após o intervalo de quatro meses do primeiro reforço

Lucas RochaMalu PatrícioGiulia Alecrimda CNN

em São Paulo

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O Ministério da Saúde incluiu pessoas a partir de 40 anos na recomendação para a aplicação da segunda dose de reforço das vacinas contra a Covid-19 na segunda-feira (20).

A orientação da pasta é que a imunização seja feita com as vacinas da Pfizer, AstraZeneca ou Janssen, após o intervalo de quatro meses da aplicação do primeiro reforço. Com a inclusão dessa faixa etária, aproximadamente 9 milhões de pessoas deverão se vacinar novamente.

Segundo levantamento da CNN, atualizado nesta terça-feira (21), a imunização com a segunda dose de reforço para este público acontece no Distrito Federal e em outros 14 estados: Minas Gerais, Mato Grosso, Alagoas, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Tocantins, Santa Catarina, Paraná, Paraíba, Sergipe, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

No Espírito Santo, a vacinação com o segundo reforço está disponível para pessoas acima de 30 anos. O estado do Pará informou que pretende ampliar a vacinação de reforço para a faixa etária, mas ainda não tem previsão de início. A Bahia afirmou que aguarda receber a orientação do Ministério da Saúde.

Outros 10 estados não responderam à solicitação da CNN: São Paulo, Rio Grande do Sul, Goiás, Mato Grosso do Sul, Piauí, Amazonas, Rondônia, Roraima, Acre e Amapá.

Entenda como fica o esquema vacinal:

  • Público de 40 anos ou mais que recebeu Coronavac, Pfizer ou AstraZeneca pode tomar 2º reforço (doses 1 e 2 do esquema primário + duas de reforço)
  • Pessoas de 40 anos ou mais que receberam a Janssen podem tomar 3º reforço (dose única + 3 adicionais)
  • Indivíduos de 18 anos a 39 anos vacinados com a Janssen deverão receber um 2º reforço (dose única + 2 adicionais)
  • A população entre 18 e 39 anos vacinada com Coronavac, Pfizer ou AstraZeneca ainda não foi citada no plano de ampliação da 2ª dose de reforço do Ministério da Saúde

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