Ao menos 22 estados e o DF aplicam 2ª dose de reforço em pessoas acima de 50 anos

Ministério da Saúde incluiu a faixa etária na recomendação para a aplicação da segunda dose de reforço das vacinas contra a Covid-19 no sábado (4)

Vacinação contra a Covid-19 em Jundiaí (SP)
Vacinação contra a Covid-19 em Jundiaí (SP) Prefeitura de Jundiaí

Lucas RochaMaria Augusta MessiasGiulia Alecrimda CNN

em São Paulo

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O Ministério da Saúde incluiu pessoas a partir de 50 anos na recomendação para a aplicação da segunda dose de reforço das vacinas contra a Covid-19 no sábado (4).

Segundo levantamento da CNN, atualizado nesta terça-feira (7), a imunização com a segunda dose de reforço para este público acontece no Distrito Federal e em outros 22 estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Alagoas, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Ceará, Amazonas, Roraima, Tocantins, Acre, Amapá e Pará.

Outros cinco estados ainda não tem previsão para liberar a aplicação ou aguardam orientação do ministério: Rio Grande do Sul, Goiás, Bahia e Pará. O estado de Rondônia ainda não respondeu à solicitação da CNN.

Capitais

Ao menos 19 capitais e o DF já iniciaram a aplicação da quarta dose na população com 50 anos ou mais: São Paulo, Rio de Janeiro, Aracaju, João Pessoa, Natal, Rio Branco, Vitória, Maceió, Cuiabá, Porto Velho, Fortaleza, São Luís, Macapá, Campo Grande, Florianópolis, Curitiba, Goiânia, Belém e Boa Vista.

A cidade de Palmas deve iniciar nesta quarta-feira (8). Outras três capitais ainda não tem previsão para começar a aplicação ou aguardam orientação: Porto Alegre, Belo Horizonte e Salvador.

Especialistas destacam importância da ampliação

Em entrevista à CNN, o diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Renato Kfouri, avaliou a ampliação da segunda dose de reforço para pessoas acima de 50 anos como uma medida acertada.

“Não há duvida que indivíduos acima de 50 anos de idade, que muitas vezes já têm uma doença crônica, problema de hipertensão, de diabetes, cardíacos se beneficiariam e muito, bem como profissionais da saúde que, também pela sua exposição, devem receber seu segundo reforço”, disse.

A opinião é compartilhada pela infectologista Luana Araújo. “É importante a gente estender para acima de 50 anos”, avaliou. Segundo ela, o tempo de intervalo desde a última dose e a proporção de pessoas com comorbidades no grupo são fatores que devem ser considerados.

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