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    Estamos distantes dos números de Covid-19 do início do ano, diz Gorinchteyn

    Secretário de Saúde de São Paulo recomendou a utilização de máscaras para pessoas com comorbidades

    Jean Gorinchteyn, secretário de Saúde de São Paulo
    Jean Gorinchteyn, secretário de Saúde de São Paulo CNN

    Douglas PortoElis Francoda CNN

    em São Paulo

    O secretário de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, explicou, nesta segunda-feira (14), em entrevista à CNN, que os atuais números da Covid-19, com a subvariante BQ.1, ainda estão distantes dos diagnósticos registrados no começo do ano, com a variante Ômicron.

    “Nós tivemos a partir do dia 24 de outubro uma elevação do número de casos, mas, especialmente, um impacto com elevação das internações, tanto nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI), que chegamos a 64%, e um aumento de 50% nas enfermarias. Apenas de estarmos falando em números percentuais bastante significativos, o número absoluto em relação aos casos foi muito menor”, afirmou Gorinchteyn.

    Segundo o secretário, hoje, nos leitos de UTI, são pouco mais de 500 pacientes internados em todo o estado. Antes do fim de outubro eram aproximadamente 228.

    “Dessa maneira, estamos distantes daqueles números que nós vimos tanto na segunda onda, ou mesmo no início do ano, que nós tivemos 4.500 leitos de UTI ocupados. Isso se deve a vacinação, um programa de vacinação extremamente robusto, que deu não apenas duas doses de vacina, mas duas doses adicionais, totalizando quatro doses”, continua.

    Entretanto, nem todas as pessoas completaram o esquema vacinal. Dez milhões de pessoas não tomaram a segunda dose, incluindo crianças. Na terceira dose, só no estado de SP, são 7 milhões de doses atrasadas, comunicou Gorinchteyn.

    Ainda é recomendado pelo secretário que as pessoas com comorbidades e quem faz parte de seus núcleos familiares façam o uso de máscara.

    A Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde também voltou a recomendar no último domingo (13) a utilização da proteção para a população mais vulnerável ao vírus, como imunossuprimidos, idosos, gestantes e pessoas com múltiplas comorbidades.