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    Maioria dos homens europeus prefere fazer xixi sentado, de acordo com estudo

    Segundo dados de uma pesquisa realizada na Europa, sentar na hora de urinar traz benefícios para a saúde masculina

    Divulgação

    Natália Barãocolaboração para a CNN

    Em São Paulo

    Enquanto no Brasil e em outros países da América Latina soa estranho quando um homem faz xixi sentado, na Europa essa parece ser a nova tendência. É o que diz uma pesquisa publicada pelo instituto de pesquisas britânico YouGov, que avaliou a relação de homens que preferem urinar sentados.

    A análise teve como ponto de partida um texto do jornalista Sam Wollaston, que publicou no tabloide “The Guardian” uma coluna criticando a falta de informações confiáveis no banco de dados públicos do YouGov referentes aos hábitos masculinos no banheiro.

    O instituto realizou, então, entre os meses de abril e maio deste ano, uma pesquisa em 13 países europeus, que apontou que a, prática também conhecida pelo termo alemão “sitzpinkler”, é mais comum do que se imagina.

    Na Alemanha, cerca de 62% dos entrevistados revelaram que preferem sentar ao urinar. Entre esse grupo, 49% têm mais de 55 anos e 28% estão na faixa entre 18 e 34 anos.

    Já no Reino Unido, a proporção é inversamente proporcional em relação à faixa etária: 40% dos que preferem urinar sentados são jovens, em contrapartida aos 23% de homens mais velhos.

    De forma geral, ainda foram obtidos dados de que homens que preferem sentar-se ao fazer xixi estão em 50% na Suécia, 39% na Austrália e 34% na Itália. No México, há uma preferência de apenas 6% pela prática.

    No entanto, dados de uma pesquisa anterior realizada em 2020 mostram que, no Japão, a preferência dos homens por fazer xixi sentados já era uma realidade em plena pandemia, com 70% dos entrevistados adeptos ao hábito.

    Por mais que cause estranheza em alguns, sentar durante o ato de urinar é comprovadamente mais benéfica para a saúde masculina.

    É o que concluíram pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Leiden, nos Países Baixos, que explicaram como a prática ajuda a esvaziar a bexiga mais rápido e de forma mais completa, e ainda reduz a possibilidade de sintomas do trato urinário em homens com a próstata aumentada.