Marcelo Queiroga evita dar previsão sobre retirada de máscaras

"Todos nós vamos ficar livres dessas máscaras", disse Queiroga à CNN, sem fechar uma data

Estamos muito tranquilos em relação à imunização no ano que vem, disse Queiroga à CNN
Estamos muito tranquilos em relação à imunização no ano que vem, disse Queiroga à CNN Myke Sena/MS

Everton Souzada CNN

Em São Paulo

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Após um compromisso nesta sexta-feira (22) em São Paulo, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em entrevista exclusiva à CNN, não quis dar uma previsão para a retirada da obrigatoriedade do uso de máscaras no país. “Tem muito debate em relação a esse tema, tenho trabalhado com a equipe técnica, mas a prioridade é avançar com nossa campanha de vacinação. Continuar esse ambiente epidemiológico mais controlado, e após, todos nós vamos ficar livres dessas máscaras. Primeiro ao ar livre aí vamos trabalhar com calma que vai chegar ao que nós desejamos”.

Queiroga também falou sobre a programação para a chegada de vacinas contra a COVID-19 em 2022. “A negociação pro ano que vem nós temos 354 milhões de doses. A Fiocruz e a Pfizer, as duas vacinas aprovadas pela Anvisa são as consideradas. Estamos muito tranquilos em relação à imunização no ano que vem. Temos um excedente de 134 milhões de doses de 2021 que serão aplicadas em 2022”.

O ministro, cujo indiciamento foi pedido pela CPI da Pandemia por epidemia com resultado morte e prevaricação, não quis novamente comentar o relatório do senador Renan Calheiros (MDB-AL).

“Não cabe a mim comentar relatório de comissões do Senado Federal. Eu sou ministro da Saúde e minha preocupação é com políticas públicas de saúde. Assumi o ministério há 7 meses, uma queda de 90% na média móvel de casos e de óbitos, então considero estamos fazendo a nossa parte” finaliza.

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