Mortes por Covid-19 passam de 520 mil no país; média móvel é a menor desde março

Nesta quinta-feira (1º), Brasil registrou 2.029 óbitos em 24 h

Aparelho que diminui sequelas da Covid-19 está disponível apenas em hospitais particulares (05.mai.2021)
Aparelho que diminui sequelas da Covid-19 está disponível apenas em hospitais particulares (05.mai.2021) Foto: Reprodução / CNN

Anna Gabriela Costa, da CNN, em São Paulo

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O Brasil registrou nesta quinta-feira (1º) 2.029 e 65.163 novos casos de Covid-19, segundo dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). A média móvel de mortes apresenta queda, e está em 1.565 nesta quinta-feira. A última vez que a média esteve menor foi em 8 de março, com registro de 1.525. 

Em junho, a média móvel de mortes chegou a passar de 2.000; o número representa a média de óbitos pela Covid-19 no período de sete dias. 

Com a atualização dos dados, o país já soma 520.095 mortes e 18.622.304 de contaminações pelo novo coronavírus.

Os números da pandemia levam o Brasil a recordes mundiais em relação à doença, o país é o segundo no mundo em número de mortes, atrás apenas dos Estados Unidos, segundo a Universidade Johns Hopkins.

Já em número de contaminações, o Brasil ocupa a terceira colocação no ranking mundial, atrás dos Estados Unidos e a Índia. 

Terminais de ônibus são locais com maior circulação de Covid

Pesquisadores da Fiocruz Pernambuco divulgaram um estudo que aponta que os terminais de ônibus são os locais onde há o maior risco de contaminação do vírus causador da Covid-19. Nestes locais de embarque e desembarque de transportes públicos, 48,7% das amostras recolhidas continham a presença do vírus.

Em segundo lugar, aparecem as áreas ao redor de hospitais, onde 26,8% das amostras testaram positivo. Elas foram seguidas por parques (14,4%), mercados públicos e praias (4,1%). Outros locais somam apenas 2,2%.

A pesquisa coletou 400 amostras de superfícies de Recife. Locais que são normalmente tocadas por diversas pessoas, como vasos sanitários, maçanetas, catracas, torneiras, corrimãos de escadas, interruptores de luz, entre outros. Foi confirmada a presença do SARS-CoV-2 em 97 destas 400 amostras recolhidas (24,25% do total). 

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