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    Precisamos de campanhas de incentivo à vacinação contra a Covid, diz professora

    À CNN Rádio, Soraya Smaili explicou pesquisa da Unifesp que apontou que 30% dos entrevistados ainda acreditam que imunizantes são experimentais

    Vacinação em São Paulo contra a Covid-19
    Vacinação em São Paulo contra a Covid-19 Walterson Rosa/MS

    Amanda Garciada CNN

    Um estudo do Sou_Ciência, da Unifesp, apontou que 30% dos entrevistados ainda acreditam que as vacinas contra a Covid-19 são experimentais.

    A pesquisa ouviu 1.200 pessoas maiores de 16 anos de todas as regiões do Brasil.

    Além disso, cerca de 17% não sabem se as vacinas têm comprovação científica.

    Ao mesmo tempo, 52% dos entrevistados disseram confiar nos imunizantes.

    À CNN Rádio, a coordenadora do Sou_Ciência a professora Soraya Smaili afirmou que os dados “surpreenderam um tanto.”

    “A grande maioria continua com confiança nas vacinas, mas nos surpreendeu porque o número ainda é alto, tendo em vista que falamos muito e que a pandemia não acabou”, completou.

    Soraya destacou que “as pessoas parecem que minimizaram o efeito da pandemia e a proteção pelas vacinas.”

    Por esse motivo, a professora defende que “ainda há trabalho a ser feito”: “Temos que trabalhar junto à sociedade para explicar o método científico e mostrar que são comprovadas cientificamente.”

    Ela acredita que políticas públicas têm de ser feitas neste sentido.

    “Temos que incentivar a vacinação, monitoramento do aumento do número de casos, testagem, porque quando fazemos teste descobrimos caso positivo, essa pessoa pode evitar passar para outras.”

    As doses de reforço, segundo a pesquisadora, são importantes: “As pessoas têm que buscar tomá-las, e com a chegada da vacina bivalente ainda mais, é uma vacinação que vai entrar no calendário do Brasil”.

    *Com produção de Bruna Sales