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    Prefeitura do Rio avalia aplicação de quarta dose contra a Covid-19 em idosos

    Novo reforço poderá ser entre seis meses e um ano depois da terceira dose

    Vacinação de idosos contra a Covid-19 no Rio de Janeiro
    Vacinação de idosos contra a Covid-19 no Rio de Janeiro Tânia Rêgo/Agência Brasil

    Isabelle Salemeda CNN

    no Rio de Janeiro

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    A prefeitura do Rio de Janeiro avalia a possibilidade de aplicação de mais uma dose de reforço em idosos, a quarta contra a Covid-19. Segundo o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, o tempo de intervalo entre as aplicações ainda está em estudo.

    “Pode ser que seja necessário mais uma dose nos idosos depois de seis meses, um ano […] o intervalo ainda está sendo estudado pela secretaria municipal de Saúde e por alguns institutos de pesquisa”, afirmou.

    Depois da alta de casos ocasionada pela variante Ômicron, o número de pessoas em busca da dose de reforço subiu na cidade. Soranz calcula que quase metade da população apta já tomou o reforço. Mesmo assim, 500 mil cariocas ainda estão com a terceira aplicação em atraso.

    Depois de atingir taxa de positividade de 43%, o Rio de Janeiro tem 23 casos de Covid-19 para cada 100 pessoas testadas atualmente. Além disso, os atendimentos por síndrome gripal na rede pública municipal caíram mais de 30%, segundo o secretário.

    “Fica claro que proteção da vacina depois da terceira dose é muito mais alta do que em relação à segunda dose. Ela consegue potencializar o processo de imunogenicidade”, explicou Soranz. Segundo ele, “as vacinas protegem e essa proteção cai ao longo do tempo da segunda dose em quatro meses. Na dose de reforço, essa proteção ainda se mantém depois de quatro meses”.

    Carnaval de rua

    Apesar da melhora no panorama epidemiológico, as normas sanitárias continuam valendo. “Neste momento, a gente viu uma queda dos casos na variante Ômicron e as regras estão colocadas: em espaços fechados, utilizar máscara, em espaços abertos com aglomeração, dar preferência para utilização de máscara, mas, principalmente, o passaporte da vacina”, disse Soranz.

    Segundo o secretário, há uma grande preocupação neste momento com pessoas que ainda não receberam nenhuma dose dos imunizantes, devido ao risco aumentado de adoecimento pela Covid-19.

    Sobre o Carnaval de rua, o secretário disse que a realização continua inviável por falta de segurança sanitária, mesmo com o adiamento para abril.

    “O Carnaval é rua está descartado. Não é possível fazer um Carnaval de rua sem planejamento, sem organização e sem garantir que as pessoas naquele ambiente estejam vacinadas. Os não vacinados têm muito risco de agravarem e serem internados”, declarou Soranz.

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