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    Queiroga diz que quarta dose será recomendada quando houver evidência científica

    Ministro da Saúde ressaltou que uma nova dose para o combate ao coronavírus não é a prioridade da pasta neste momento, que trabalha para completar o ciclo vacinal da população adulta

    Dose de vacina contra a Covid-19 sendo preparada por profissional de saúde
    Dose de vacina contra a Covid-19 sendo preparada por profissional de saúde Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

    Gustavo Uribeda CNN

    Brasília

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    O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse à CNN que o governo federal recomendará uma quarta dose da vacina contra o coronavírus para a população em geral “quando houver evidência científica que justifique”.

    Na semana passada, João Gabbardo, coordenador-executivo do Comitê Científico de São Paulo, afirmou em entrevista à CNN que a população do estado acima de 60 anos irá receber a quarta dose a partir do dia 4 de abril.

    Segundo o ministro, a aplicação desta dose não é a prioridade no momento. Ele tem defendido a necessidade de completar o ciclo vacinal da população adulta. “Nós vamos superar essa crise sanitária com ações firmes “, ressaltou.

    Na última sexta-feira (11), a Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização da Covid-19 (CTAI) decidiu que não vai recomendar a quarta dose de vacina no Brasil. As informações foram antecipadas pela CNN.

    Segundo fontes da câmara técnica, o entendimento é de que não há pesquisas científicas com dados suficientes para embasar um novo reforço de imunização para pessoas que não sejam imunossuprimidas.

    Ainda de acordo com técnicos que compõem o comitê técnico, as pessoas que tomaram duas doses e o reforço estão com o esquema vacinal completo, e continuam bem protegidas contra a Covid- 19 e o agravamento da doença.

    Ao longo da semana passada, a pasta recomendou dose de reforço contra a Covid-19 para adolescentes imunossuprimidos.

    A pasta orientou que o esquema primário de vacinação desse grupo deve ser feito com três doses — primeira, segunda e a dose adicional — com intervalo de oito semanas entre elas.

    Após a conclusão desse esquema, é recomendada uma dose de reforço quatro meses após a terceira dose.

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