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    São Paulo: 445 pessoas já recusaram vacina devido à marca do imunizante

    Punição prevê que pessoas que recusem a vacina serão enviadas ao fim da fila de imunização contra a Covid-19

    Movimentação de pessoas à espera da vacinação contra a Covid-19 na UBS Ceci, na zona sul de São Paulo (SP)
    Movimentação de pessoas à espera da vacinação contra a Covid-19 na UBS Ceci, na zona sul de São Paulo (SP) Foto: RENATO S. CERQUEIRA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

    Anna Gabriela Costa, da CNN, em São Paulo

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    Ao menos 445 pessoas já assinaram termo de recusa da vacina contra Covid-19, na cidade de São Paulo, por causa da fabricante do imunizante, segundo informações da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) divulgadas nesta segunda-feira (2). 

    “A SMS esclarece que suas equipes trabalham para acolher e orientar, com escuta qualificada, todos os munícipes para que eles compreendam a necessidade de tomar a vacina. Na abordagem, são explicados detalhadamente os riscos de não ser imunizado e que a eficácia é semelhante entre todos os imunobiológicos disponíveis”, esclareceu o órgão de Saúde da capital paulista.

    A cidade já aplicou, até o dia 2 de agosto, 10.405.304 doses de vacina contra a Covid-19. Sendo 7.418.854 primeiras doses, 2.671.153 segundas doses e 315.297 doses únicas.

    Dentre os estados brasileiros, São Paulo lidera em número de mortes e de casos da doença, já são 139 mil óbitos e mais de 4 milhões de contaminações pela Covid-19. 

     Punição para quem recusar a vacina

    A Prefeitura de São Paulo sancionou no último dia 27 a Lei nº 17.583 para evitar que as pessoas escolham o imunizante da Covid-19 devido à marca, os chamados “sommeliers de vacina”. O PL, de autoria do vereador Carlos Bezerra Jr. (PSDB), foi aprovado na Câmara Municipal no último dia 16.

    Segundo o texto, a punição prevista àqueles que recusarem a vacina devido à marca será ir para o fim da fila, ou seja, serão vacinados quando toda a população elegível for imunizada, seguindo o cronograma do Plano Municipal de Imunização (PNI). “Aquele que for retirado do cronograma de vacinação por recusa do imunizante será incluído novamente na programação após o término da vacinação dos demais grupos previamente estabelecidos”, diz a lei. 

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