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    Saúde deve reduzir intervalo entre doses da Pfizer, diz Frente de Prefeitos

    À CNN, Gean Loureiro afirmou que o ministério garantiu a imunização de toda a população com a 1ª dose, para, então, mudar o intervalo da Pfizer

    Vacina da Pfizer é preparada para uso por profissional da Saúde no Distrito Federal
    Vacina da Pfizer é preparada para uso por profissional da Saúde no Distrito Federal Foto: Tony Winston - 10.mai.2021/Ministério da Saúde

    Texto por Amanda Garcia; produzido por Bel Campos

    Em entrevista à CNN nesta quinta-feira (12), o presidente do Consórcio Conectar – iniciativa liderada pela Frente Nacional dos Prefeitos (FNP) –, Gean Loureiro, disse que o Ministério da Saúde deve reduzir o intervalo entre a primeira e segunda doses da Pfizer.

    Na última quarta-feira, a FNP teve uma reunião com representantes da pasta. Loureiro, que também é prefeito de Florianópolis, disse que houve a confirmação da chegada de 35 milhões de doses ainda em agosto e 66 milhões em setembro.

    “A quantia vai garantir a vacinação de toda a população com a primeira dose até setembro”, afirmou.

    Segundo ele, a partir dessa imunização da população, o Ministério deve “redefinir o prazo para 21 dias” entre a primeira e segunda doses da vacina da Pfizer. Hoje, o intervalo é de três meses.

    Loureiro disse que esta redução foi um apelo da FNP, aceito pela pasta, devido às festas de fim de ano: “Por causa de encontros familiares, podemos ter problemas com o aumento de casos, se as pessoas não estiverem vacinadas com as duas doses.”

    Outro assunto da pauta da reunião foi o avanço da variante delta. “Tem um crescimento que acontece muito rápido [de casos], mas, no Brasil, em função da P1, de Manaus, ser a dominante, segundo estudos técnicos, isso vem freando o avanço da delta.”

    “Nossa tarefa é continuar acelerando o processo de vacinação, continuar as medidas de distanciamento e máscara, convivendo com a necessidade do retorno das atividades econômicas”, completou.

    A orientação da FNP, segundo Gean Loureiro, para as grandes comemorações de fim de ano, ainda é cautelosa – também pelo fato da variante delta “ser uma incógnita.”

    “O que estamos sugerindo é que os municípios preparem as estruturas administrativas, mas a definição das festas só aconteça mais para frente, se a situação for mais controlada”, disse.

     

    (Publicado por Sinara Peixoto)