Saúde reduz entrega de vacinas em junho e diminui estimativa de julho

A queda na entrega em junho se deu pelo adiamento na entrega de 2 milhões de doses de vacinas da Astrazeneca/Oxford pelo Covax Facility

Vacinação contra Covid-19 em São Paulo
Vacinação contra Covid-19 em São Paulo Foto: Divulgação/Governo do Estado de São Paulo

Gabriel Hirabahasi, da CNN, em Brasília

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O Ministério da Saúde reduziu, na quarta-feira (30), a quantidade de vacinas contra a Covid-19 que foram entregues em junho e diminuiu a estimativa para julho. 

A última previsão do Ministério da Saúde, divulgada no dia 23 de junho, era de entregar 42,8 milhões de doses em junho. Na atualização de quarta (30), último dia de junho, esse número foi reduzido para 40,6 milhões. Enquanto isso, a previsão para julho caiu de 41,9 milhões de doses para 41 milhões.

A queda na entrega em junho se deu pelo adiamento na entrega de 2 milhões de doses de vacinas da Astrazeneca/Oxford pelo Covax Facility (consórcio internacional de distribuição de vacinas liderado pela Organização Mundial da Saúde).

Em julho, a diminuição se deu pela queda na estimativa de entrega de doses da vacina Astrazeneca/Oxford pela Fiocruz. A previsão inicial era de entrega de 15 milhões de doses neste mês, mas o montante caiu para 12 milhões. Por outro lado, houve aumento de cerca de 2 milhões de doses da mesma vacina vindas pelo Covax Facility.

A última projeção do Ministério da Saúde havia sido divulgada em 23 de junho. Na projeção, a pasta já incluía a entrega de cerca de 4,8 milhões de doses da Janssen (sendo 1,8 milhão do contrato com a farmacêutica e 3 milhões de doação dos Estados Unidos), além de 12,8 milhões de doses da vacina da Pfizer, 20 milhões de doses do imunizante da Astrazeneca e 5 milhões da Coronavac.

Nesta quinta-feira (1º), o Ministério da Saúde afirmou, em nota, que distribuirá, nos próximos três dias, cerca de 8 milhões de doses de vacinas, sendo 3 milhões de doses da Janssen, 2,1 milhões da Pfizer e 2,8 milhões da Astrazeneca.

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