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    Surto de Ebola em Uganda ainda pode ser controlado, diz CDC da África

    Até o momento, foram confirmados 60 casos e 44 mortes pela doença no país africano, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS)

    Ministros da Saúde e representantes governamentais de nove países africanos se reuniram para estabelecer medidas conjuntas para impedir a propagação do surto
    Ministros da Saúde e representantes governamentais de nove países africanos se reuniram para estabelecer medidas conjuntas para impedir a propagação do surto Jean-Marie Hosatte/Gamma-Rapho via Getty Images

    Lucas Rochada CNN

    em São Paulo

    O surto de Ebola em Uganda chega a 60 casos confirmados e 20 prováveis. Foram confirmadas 44 mortes e 25 pessoas se recuperaram da doença no país. As informações foram divulgadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), na quarta-feira (19).

    O Ministério da Saúde local conduz uma investigação dos oito casos mais recentes, pois os relatórios iniciais indicam que eles não estavam entre os contatos conhecidos. “Além disso, dois casos confirmados do distrito de Mubende procuraram atendimento na capital Kampala, aumentando os riscos de transmissão naquela cidade”, afirmou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom.

    “Continuamos preocupados que possa haver mais cadeias de transmissão e mais contatos do que sabemos nas comunidades afetadas”, complementou Adhanom.

    O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) da África afirmou, nesta quinta-feira (20), que embora haja risco do surto de Ebola em Uganda se espalhar, ainda é possível controlar a doença, sem necessidade de medidas de emergência.

    Ministros da Saúde e representantes governamentais de nove países africanos se reuniram para estabelecer medidas conjuntas para impedir a propagação do surto em andamento em Uganda e além de suas fronteiras.

    “Uganda tem experiência na gestão de epidemias e desde o início deste surto de Ebola, com o apoio dos nossos parceiros, tomamos medidas para limitar a transmissão da doença. Compartilhar experiências e fortalecer a colaboração entre nossos países nos permitirá responder de forma rápida e eficiente às emergências de saúde que afetam nossos países”, disse Jane Ruth Aceng Acero, ministra da Saúde de Uganda.

    Os ministros da Saúde também concordaram com planos conjuntos para reforçar a vigilância e assistência médica em fronteiras, incluindo a sensibilização do público e a realização de campanhas de envolvimento da comunidade.

    Autoridades de saúde de Uganda se concentram em cuidados de suporte para casos confirmados, além de intensificar os testes, vigilância, prevenção e controle de infecções, além de colaborar com as comunidades para apoiar medidas de prevenção.