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    USP, Unicamp e Unesp mantêm uso de máscara obrigatório dentro das universidades

    Decisão contraria recomendação do governo de São Paulo, que desobrigou a proteção em ambientes com menor circulação de ar

    Universidades públicas de SP decidem manter obrigatoriedade no uso de máscara
    Universidades públicas de SP decidem manter obrigatoriedade no uso de máscara Freepik

    Ingrid Oliveirada CNN

    A Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Universidade Estadual Paulista, decidiram manter a obrigatoriedade de uso máscara dentro dos campus, mesmo diante da decisão do governo de São Paulo, que desobrigou uso das máscaras em ambientes fechanos na semana passada.

    O governo havia determinado que o uso seja obrigatório apenas em serviços de saúde e transporte público, sendo facultativo nos demais ambientes.

    A USP detalhou que o uso de máscara será obrigatório a todo o “corpo o corpo discente e docente, servidores técnico-administrativos, prestadores de serviços e visitantes nos ambientes fechados da Universidade, incluindo salas de aula, auditórios, museus, laboratórios, bibliotecas, locais de atendimento ao público e setores administrativos da Universidade”.

    A reitoria recomenda ainda que a máscara seja usada em ambientes externos em casos de aglomeração. As proteções devem ser feitas com máscaras do tipo N95 ou cirúrgicas.

    A reitoria recomenda ainda que a máscara seja usada em ambientes externos em casos de aglomeração. As proteções devem ser feitas com os tipos: N95 ou cirúrgicas.

    O Comitê Científico de Contingenciamento ao Coronavírus da Unicamp orientou que a redução de casos novos, internações e óbitos decorrentes da Covid-19, nos três municípios em que a universidade possui campus, permite a flexibilização da obrigatoriedade do uso de máscaras em espaços abertos, contudo, em ambientes fechados o utensílio é obrigatório.

    “O retorno às aulas presenciais, com grande afluxo de pessoas na Universidade, sugere prudência quanto a seu uso em espaços fechados, como salas de aula, laboratórios e áreas administrativas, bem como no interior dos transportes coletivos”, escreveram em publicação.

    Já a Unesp, que retomou em 7 de março às atividades presenciais, afirma que será necessário a apresentação do passaporte vacinal e o uso de máscara de proteção facial em ambientes fechados ou abertos.

    “Em relação especialmente ao uso de máscara, a Universidade sustenta a posição que todas as pessoas devem seguir utilizando máscara nos câmpus e em todas as 34 unidades universitárias, independentemente de estarem em ambiente fechado ou aberto”, disse em nota.

    A flexibilização, decretada pelao governador João Doria (PSDB), desobriga o uso de máscaras, com exceção do transporte público – e seus respectivos locais de acesso, como estações de Metrô – e nos locais destinados à prestação de serviços de saúde.

    O prefeito Ricardo Nunes e secretário de Saúde do município de São Paulo, Edson Aparecido, anunciaram que a capital deve acompanhar a decisão estadual e também abolir máscaras em locais fechados.