Vacinação contra a gripe começa segunda fase nesta quinta

Para receber a dose, o Ministério da Saúde recomenda apresentar algum documento comprobatório, como carteira de trabalho ou documento de identidade

Apesar de não ter eficácia contra a COVID-19, a vacina auxilia os médicos e enfermeiras a excluirem o diagnóstico para a doença
Apesar de não ter eficácia contra a COVID-19, a vacina auxilia os médicos e enfermeiras a excluirem o diagnóstico para a doença Foto: Marcello Casal Jr. - 24.mar.2020/ Agência Brasil

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Começa nesta quinta-feira (16) a segunda fase da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. Nesta etapa, o objetivo é vacinar doentes crônicos, profissionais das forças de segurança e salvamento, povos indígenas, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.

Foram incluídos também caminhoneiros, motoristas de transportes coletivos e trabalhadores portuários, já que o transporte e a entrega de carga são considerados serviços essenciais durante a pandemia do novo coronavírus. Vale ressaltar que a vacina contra a influenza não previne contra o novo coronavírus.

Para receber a dose, o Ministério da Saúde recomenda que a pessoa apresente algum documento comprobatório, como carteira de trabalho, contracheque com documento de identidade, carteira de sócio dos sindicatos de transportes ou carteira de habilitação (categorias C ou E).

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Neste momento, também seriam vacinados os professores da rede pública e privada, mas em função da suspensão das aulas, eles passaram a integrar o grupo que será o foco da terceira fase da campanha, com início no dia 9 de maio priorizando crianças entre 6 meses e 6 anos, grávidas, mães no pós-parto, pessoas entre 55 e 59 anos e pessoas com deficiência.

Primeira etapa teve 18,9 milhões de doses

A primeira etapa focou em idosos e funcionários da área da saúde. Até o dia 13 de abril, 18,9 milhões de doses foram aplicadas em idosos, representando 90,6% da população a ser alcançada. Entre os trabalhadores da saúde, foram vacinadas 3,8 milhões de pessoas, 75,5% da meta.

O objetivo do Ministério da Saúde é vacinar ao menos 90% de cada um dos grupos prioritários até o dia 22 de maio. Para isso, foram adquiridas 75 milhões de doses da vacina. O dia “D” da mobilização nacional será realizado no sábado de 9 de maio, quando 41 mil postos de saúde ficarão abertos para atender todos os grupos prioritários.

Apesar de não ter eficácia contra a COVID-19, a vacina auxilia os médicos e enfermeiras a excluírem o diagnóstico para a doença, já que os sintomas são parecidos.

Composta por vírus inativado, a vacina é trivalente e protege contra os três vírus que mais circularam no hemisfério sul em 2019: Influenza A (H1N1), Influenza B e Influenza A (H3N2).

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