Coppolla: É necessário eleger governo que não trate traficante como vítima
“Para que Lula e seus aliados reconheçam os narcotraficantes, torturadores e assassinos das facções criminosas como terroristas, eles precisariam rabiscar estátuas com batom”
É necessário eleger governo que não trate traficante como vítima, afirmou o comentarista Caio Coppolla no programa O Grande Debate desta terça-feira (28).
“Para que Lula e seus aliados reconheçam os narcotraficantes, torturadores e assassinos das facções criminosas como terroristas, eles precisariam rabiscar estátuas com batom, derrubar relógios antigos, rezar o pai nosso e cantar o hino nacional”, opinou.
A ação nos Complexos do Alemão e da Penha contra a facção criminosa Comando Vermelho deixou 64 mortos, entre eles quatro policiais, e 81 presos.
“Enquanto a narrativa da esquerda brasileira é tratar os criminosos como vítimas da sociedade, as estatísticas revelam a realidade sobre quem são os verdadeiros agressores. Em 2024, segundo o DataFolha, 23 milhões de brasileiros viviam em áreas dominadas por facções criminosas. Graças à impunidade e à soltura em massa de criminosos, esse número aumentou 24% em apenas um ano”, disse.
“Se tirar o visto americano de um juiz que censurou cidadãos americanos já é considerado um ataque à soberania nacional, imagina aterrorizar 30 milhões de brasileiros pobres e vulneráveis, obrigados a obedecer sob pena de violência, tortura e morte. Que soberania seletiva é essa?”, continuou.



