Larissa Rodrigues
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Sem empréstimo e reestruturação, Correios preveem rombo de R$ 23 bi em 2026

Prejuízo se agravará caso medidas não sejam implementadas e empréstimo não saia

Agência dos Correios
Os Correios aumentaram sua campanha em busca de recursos que visam salvar a estatal de novos rombos bilionários  • Divulgação/Correios
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Após um plano de reestruturação ter sido aprovado pela nova diretoria, nesta semana, os Correios aumentaram sua campanha em busca de recursos que visam salvar a estatal de novos rombos bilionários.

Sem medidas como um programa de demissões voluntárias, fechamento de agências e um empréstimo bancário, o prejuízo em 2026 é projetado em R$ 23 bilhões, segundo fontes ligadas à companhia postal.

No entanto, não está claro por que o aumento no déficit seria tão grande no próximo ano. Em 2025, a expectativa é de que a empresa fique no vermelho em cerca de R$ 10 bilhões.

Em busca do empréstimo, os Correios estão em negociação com bancos públicos e privados. O cálculo é que serão necessários ao menos R$ 20 bilhões para que a empresa consiga se reestruturar e volte ao azul.

De acordo com o plano, seria possível ter lucro novamente a partir de 2027, se todas as medidas forem adotadas.

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