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    Pedro Duran

    Pedro Duran

    O pai do Benjamin passou pela TV Globo, CBN e UOL. Na CNN, já atuou em SP, Rio e Brasília e conta histórias das cidades e de quem vive nelas

    Possibilidade de retaliação do PCC entra no radar da PM de São Paulo

    Secretaria de Segurança Pública mobilizou 340 policiais para cumprir 56 mandados de prisão e busca e apreensão na Operação Fim da Linha

    Possibilidade de retaliação do PCC entra no radar da PM de São Paulo
    Possibilidade de retaliação do PCC entra no radar da PM de São Paulo

    A possibilidade de uma revolta com retaliação por parte do PCC entrou no radar da Polícia Militar (PM) de São Paulo, que está em alerta para um eventual reforço do efetivo caso seja necessário.

    Fontes da PM afirmaram à CNN que a retaliação “entrou no cálculo” da ação dos policiais em conjunto com o Ministério Público e a Receita Federal.

    A visão da polícia é de que a possibilidade de reação é inerente a uma operação contra o crime organizado; o risco sempre existe. Não foi à toa que foram escalados 340 policiais militares do Batalhão de Choque e das Forças Especiais.

    Eles atuaram simultaneamente em 56 locais para cumprir mandados de prisão e busca e apreensão. A Polícia Civil não participou da ação.

    Por decisão da Justiça, tanto a Controladoria Geral do Município quanto o Tribunal de Contas do Município vão investigar o caso e os contratos das empresas Transwolff e UPbus com a prefeitura de São Paulo que, a princípio, não tem qualquer indício de envolvimento.

    Justamente por causa da operação, a prefeitura precisou fazer uma intervenção no transporte público.

    Na noite desta terça-feira (10), o prefeito Ricardo Nunes (MDB) esteve na sede da Transwolff e afirmou que foi abordado por funcionários que manifestaram receio de demissão ou de perder os salários.

    O envolvimento do PCC com o crime organizado já é conhecido na cidade. A inteligência da PM aponta que os ataques a coletivos se intensificaram em 2006, portanto 18 anos atrás.

    Na época, as vans controladas pelo tráfico eram concorrentes dos ônibus, que acabavam sendo depredados e queimados.