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    Pedro Venceslau

    Pedro Venceslau

    Pós-graduado em política e relações internacionais, foi colunista de política do jornal Brasil Econômico, repórter de política do Estadão e comentarista da Rádio Eldorado

    “Escolha de Pimenta começa com uma indelicadeza e termina com uma imprudência”, diz Aécio Neves à CNN

    Ministro de Lula foi escolhido como autoridade federal na reconstrução do RS

    “Escolha de Pimenta começa com uma indelicadeza e termina com uma imprudência”, diz Aécio Neves à CNN
    “Escolha de Pimenta começa com uma indelicadeza e termina com uma imprudência”, diz Aécio Neves à CNN

    Enquanto a direção nacional do PSDB aguarda uma conversa com o governador Eduardo Leite para se posicionar sobre a criação de um autoridade federal com status de ministério extraordinário para a reconstrução do Rio Grande do Sul, o deputado federal Aécio Neves (MG) subiu o tom depois de um período de trégua com o Palácio do Planalto.

    Integrante da executiva tucana e um dos mais influentes quadros da sigla, o parlamentar mineiro disse à CNN que a escolha do chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom), Paulo Pimenta, para ocupar o cargo “começa com uma indelicadeza e termina com uma imprudência”.

    “Começa com uma indelicadeza porque o governador sequer foi consultado ou comunicado pessoalmente. E termina com uma imprudência porque o escolhido foi alguém com um projeto político”, disse o parlamentar.

    Ainda segundo Aécio, a decisão de criar uma ministério extraordinário é uma “violência contra a federação”, já que cria, segundo ele, um “governo paralelo”.

    “Se fosse um estado administrado pelo PT, como a Bahia, por exemplo, acredito que não seria assim”, afirmou.

    A leitura do tucano é que, com a escolha de Pimenta, eventuais discordâncias técnicas podem se tornar conflitos políticos.

    Procurado, o ministro Paulo Pimenta ainda não se manifestou. O espaço está aberto.