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    Pedro Venceslau

    Pedro Venceslau

    Pós-graduado em política e relações internacionais, foi colunista de política do jornal Brasil Econômico, repórter de política do Estadão e comentarista da Rádio Eldorado

    Privatização da Sabesp: “Base do governo tem votos para aprovação”, diz Milton Leite à CNN

    Presidente da Câmara de SP muda o tom em relação ao projeto e se engaja na proposta de Tarcísio

    Privatização da Sabesp: “Base do governo tem votos para aprovação”, diz Milton Leite à CNN
    Privatização da Sabesp: “Base do governo tem votos para aprovação”, diz Milton Leite à CNN

    Antes crítico em relação ao projeto de privatização da Sabesp, o presidente da Câmara dos Vereadores de São Paulo, Milton Leite (União Brasil), disse à CNN que a base do governo Ricardo Nunes (MDB) conta com os votos necessários para aprovar a medida e está trabalhando a favor dela nos bastidores.

    “Nós da base do governo temos os votos necessários. Prova disso foi a aprovação dos requerimentos ontem. A oposição obstruiu tudo que foi possível, mesmo assim mantivemos um quórum mínimo em todas as votações”, disse Leite.

    A primeira votação deve ocorrer nesta quarta-feira (17), mas a segunda ainda não tem data prevista e só poderá ser pautada pelo presidente da Câmara após o término das audiências públicas.

    O projeto de lei que propôs a privatização da empresa pública foi aprovado pelos deputados da Assembleia Legislativa em dezembro de 2023, e em seguida sancionada pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) no mesmo mês.

    “No início, a proposta era muito ruim. Houve muitos avanços nos investimentos, retorno melhor para a prefeitura e na questão da dívida nossa com a Sabesp. Não quero atrapalhar o cronograma”, disse Leite.

    Segundo o vereador João Jorge (MDB), vice-presidente da Câmara, Leite está “empenhado” em aprovar a proposta.

    “Até a segunda votação vamos melhorar ainda mais as condições, monitoramento e repasse do contrato, que está em 7,5% (da arrecadação), mas pode chegar a 8%”, disse Jorge.

    A prefeitura também conseguiu uma antecipação de R$ 1,2 bilhão para este ano.

    Após a aprovação na Alesp, os vereadores precisam definir como será a lei da cidade antes de autorizar a assinatura de contratos de prestação de serviço no caso da privatização, e se aprovam a continuidade dos contratos da companhia.