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    Raquel Landim

    Raquel Landim

    Com passagens pelos principais jornais do país como repórter especial e colunista, recebeu o prêmio “Jornalista Econômico” de 2022 pela Ordem dos Economistas do Brasil

    À CNN, Gilmar Mendes defende urgência em retirar a Polícia Militar da política

    “Se você olha o nome dos deputados hoje, é ‘soldado fulano de tal', 'cabo fulano de tal’”, diz ministro do STF

    À CNN, Gilmar Mendes defende urgência em retirar a Polícia Militar da política
    À CNN, Gilmar Mendes defende urgência em retirar a Polícia Militar da política

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes defendeu urgência na retirada dos militares da política, sobretudo à Polícia Militar estadual.

    “Não envolve só os militares federais, mas sobretudo as PMs estaduais”, disse Gilmar ao CNN Entrevistas. “O sujeito não pode simplesmente, sendo coronel, comandante, disputar uma eleição e depois voltar para as atividades. Já tem algumas propostas nesse sentido, mas isso é urgente”.

    O ministro se refere à uma proposta de emenda à Constituição (PEC), patrocinada pelo ministério da Defesa, que prevê que militares que se candidatarem tem que ir para a reserva.

    O texto foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, mas depois empacou no plenário. A PEC, no entanto, impõe à vedação apenas para as Forças Armadas e não inclui as PMs estaduais tamanha a polêmica.

    Na avaliação de Gilmar, a eleição do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi uma consequência do colapso da segurança pública e da politização das polícias militares. Ele defende que o assunto é urgente porque o 8 de janeiro é uma consequência da inação da PM do Distrito Federal.

    “Você olha o nome dos deputados hoje, ‘soldado fulano de tal’, ‘cabo fulano de tal’. E veja este quase golpe, este tumulto teve a ver também com a inação do DF. Temos vários comandantes envolvidos”, diz Gilmar.