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    Raquel Landim

    Raquel Landim

    Com passagens pelos principais jornais do país como repórter especial e colunista, recebeu o prêmio “Jornalista Econômico” de 2022 pela Ordem dos Economistas do Brasil

    Amorim não tem pressa para conversar com os venezuelanos, dizem fontes

    Diplomatas da Venezuela pediram uma reunião com Amorim depois das falas do presidente Lula e da nota do Itamaraty

    Amorim não tem pressa para conversar com os venezuelanos, dizem fontes
    Amorim não tem pressa para conversar com os venezuelanos, dizem fontes

    O assessor de assuntos internacionais da Presidência da República, Celso Amorim, não está com “pressa” para conversar com os venezuelanos sobre as eleições no país, disseram fontes do Palácio do Planalto à CNN.

    Diplomatas venezuelanos pediram uma reunião com Amorim depois das falas do presidente Lula e da nota do Itamaraty.

    Lula classificou como “grave” o regime de Nicolas Maduro ter impedido a candidata de oposição Corina Yoris de concorrer.

    Segundo apurou a CNN, a solicitação de uma conversa mais “genérica” com Amorim chegou pela embaixada do Brasil na Venezuela, mas ainda não houve contato entre o ex-ministro e seu principal interlocutor no país, o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodriguez.

    Fontes disseram à CNN que Amorim telefonou para Rodriguez antes da publicação da nota do Itamaraty, mas ele não retornou os contatos. Amorim, então, teria alertado o embaixador venezuelano no Brasil.

    Em suas redes sociais, Rodriguez fez duras críticas a Lula, ao presidente da Colômbia, Gustavo Petro, e a ao ex-presidente do Uruguai, Pepe Mujica — todos criticaram a postura do governo venezuelano.

    “Desconhecimento? Ignorância? Medo? Não nos metemos nos assuntos de ninguém. Coloquem suas opiniões onde queiram”, escreveu Rodriguez depois de citar os três líderes.

    Segundo ele, o partido de Corina Yonis não teria tentado realmente fazer a inscrição de sua candidata.

    Amorim e Rodriguez foram os representantes escolhidos por Lula e Maduro para negociar o acordo de Barbados, pelo qual a Venezuela se comprometeu com eleições livres, enquanto os Estados Unidos levantavam as sanções, com mediação do Brasil.

    A avaliação do Planalto é que uma conversa entre os dois seria mais produtiva do que um diálogo entre o assessor de Lula e outro interlocutor do governo venezuelano.