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    Tainá Falcão

    Tainá Falcão

    Jornalista, poetisa, mulher nordestina, radicada em Brasília com passagem por SP. Curiosa. Bicho de TV. Informa sobre os bastidores do poder

    Nísia se emociona ao falar de ataques e explica ações sobre a dengue após crítica de Lula

    Ministra também apresentou esclarecimentos sobre nota técnica que autorizava o aberto legal e que, segundo ministério da Saúde, teria sido publicada sem autorização

    Nísia se emociona ao falar de ataques e explica ações sobre a dengue após crítica de Lula
    Nísia se emociona ao falar de ataques e explica ações sobre a dengue após crítica de Lula

    Na primeira reunião ministerial do ano, a ministra da Saúde, Nísia Trindade, se emocionou ao recordar ataques que tem sofrido desde que assumiu a pasta.

    Segundo ministros ouvidos pela CNN, a ministra não chegou a mencionar diretamente os responsáveis pelos ataques, que tem como origem líderes partidários do centrão e, recentemente, membros do PT, no Rio de Janeiro.

    A pedido do presidente, Nísia Trindade falou sobre a campanha da dengue, doença que já atinge 1,8 milhão de pessoas no país neste ano. Lula reprovou a decisão de lançar a campanha sem número suficiente de vacinas disponíveis à população.

    A ministra também apresentou esclarecimentos sobre uma nota técnica que autorizava o aborto legal e, segundo o ministério da Saúde, acabou sendo publicada sem autorização de todos os setores competentes da pasta.

    Além da ministra da Saúde, o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, falou sobre a fuga na penitenciária de segurança máxima, a pedido de Lula. O ministro, que voltou recentemente da segunda viagem a Mossoró, explicou as dificuldades de encontrar os fugitivos, como o terreno repleto de cavernas.

    A viagem de Lewandowski, como já antecipado pela CNN, ocorreu por decisão do presidente da República que cobra resultados da pasta em relação à captura dos presos.

    Segundo relatos, o presidente cobrou nominalmente resultados dos ministros do Desenvolvimento Social, Wellington Dias e da Educação, Camilo Santana, e determinou que nenhum novo programa seja anunciado até que o governo “limpe” a agenda de pendências.