Ministério Público de SP pede prisão preventiva do rapper Oruam
Artista disparou espingarda em uma festa na cidade paulista de Igaratá em dezembro de 2024 e se tornou réu neste ano
O Ministério Público do Estado de São Paulo pediu à Justiça a prisão preventiva do rapper Mauro Davi dos Sanros Nepomuceno, o Oruam.
A solicitação foi feita no último dia 5 pelo promotor Alan Carlos Reis Silva e tornada pública nesta quarta-feira (20) no âmbito de uma ação penal em que Oruam é réu por disparo de arma de fogo.
O artista disparou tiro de espingarda em uma festa na cidade paulista de Igaratá em dezembro de 2024. O ato foi filmado e publicado nas redes sociais.
Oruam foi indiciado pela Polícia Civil por disparo de arma de fogo, "após ter colocado em risco a integridade física de diversas pessoas". O crime está relacionado ao Sistema Nacional de Armas.
A denúncia do MP de SP foi recebida pela justiça em janeiro deste ano e Oruam se tornou réu.
No pedido feito à Justiça no início de maio, o promotor afirma que Oruam é pessoa de interesse em investigação por crimes de lavagem de dinheiro e envolvimento com o Comando Vermelho, além de tentativa de homicídio contra policiais civis do Rio de Janeiro.
O promotor sustenta que o rapper "se encontra foragido, inviabilizando a efetividade da jurisdição penal e comprometendo o cumprimento de eventual decreto condenatório".
Na visão do promotor, a permanência do réu em paradeiro desconhecido evidencia risco concreto e atual de frustração da aplicação da lei. A CNN Brasil tenta contato com a defesa do artista. O espaço segue aberto.



