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Diretor da MRV sobre Minha Casa Minha Vida: Melhor hora para comprar imóvel

Novas regras do programa federal tornam este o melhor momento para comprar um imóvel, afirma Edmil Adib Antonio, da MRV

Da CNN Brasil
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“Para quem depende de financiamento, é sem dúvidas um dos melhores momentos para comprar um imóvel”. A afirmação é de Edmil Adib Antonio, diretor de Crédito Imobiliário e Relações Institucionais com Bancos da MRV, uma das principais construtoras que atuam no programa Minha Casa Minha Vida (MCMV).

Por que este é considerado o melhor momento para comprar um imóvel?

Em entrevista à Veja, o executivo destacou que a combinação de juros mais baixos, aumento de subsídios, ampliação do teto dos imóveis e a inclusão de uma nova faixa de renda tornam o cenário atual especialmente favorável para quem deseja financiar a casa própria pelo programa federal.

"Não só quem está no Minha Casa, Minha Vida terá taxas baixas e subsídio alto, como também o mercado está com bastante recurso para financiamento e há muito imóvel disponível. Daqui um ano, pode estar tudo diferente", afirma.

Quais são as faixas de renda do MCMV em 2026?

Os limites de renda foram atualizados recentemente pelo Conselho Curador do FGTS, ampliando o alcance do programa:

  • Faixa 1: renda familiar mensal de até R$ 3.200
  • Faixa 2: até R$ 5.000
  • Faixa 3: até R$ 9.600
  • Faixa 4: até R$ 13.000 (faixa recentemente ampliada para incluir novas famílias)

Teto do valor dos imóveis

Os valores máximos também foram reajustados e variam conforme a região:

  • Faixas 1 e 2: entre R$ 210 mil e R$ 275 mil
  • Faixa 3: até R$ 400 mil
  • Faixa 4: até R$ 600 mil

Taxas de juros

As taxas do programa variam conforme renda, região e condições do financiamento, podendo incluir o uso do FGTS:

  • Faixa 1: Entre 4,00% e 5,25% ao ano
  • Faixa 2: Entre 4,75% e 7,00% ao ano
  • Faixa 3: Entre 7,66% e 8,16% ao ano
  • Faixa 4: Cerca de 10% ao ano

De acordo com Edmil Adib Antonio, o efeito combinado das mudanças no Minha Casa, Minha Vida criou uma janela de oportunidade muito interessante para o comprador.

“Pessoas que antes estavam fora do programa agora virão para dentro, pela faixa 4, e todas as que já estavam dentro vão ser reescalonadas, e é aí que está o grande movimento. Todos esses pagarão menos juros e, no caso dos que entram para a faixa 1, ainda ganham subsídios maiores. Isso destrava uma demanda gigantesca. Muitas pessoas vão pagar menos e outras que nem conseguiriam comprar vão passar a conseguir.”

Qual é o papel do FGTS no programa?

O FGTS é um dos principais pilares do Minha Casa Minha Vida e financia grande parte das operações. Segundo o executivo, o fundo atende a maior parte dos trabalhadores formais elegíveis ao programa.

Para o comprador, o FGTS pode ser utilizado de diferentes formas:

  • Como entrada, reduzindo o valor financiado
  • Para amortizar parcelas ao longo do contrato
  • Pela modalidade FGTS Futuro, que permite antecipar depósitos

Perguntas frequentes sobre o Minha Casa Minha Vida

Quem pode comprar pelo Minha Casa Minha Vida em 2026?

Famílias com renda mensal de até R$ 13.000 (área urbana) ou renda anual de até R$ 150.000 (área rural) podem se enquadrar no programa, conforme os critérios atualizados pelo Conselho Curador do FGTS.

Qual é o valor máximo do imóvel no MCMV em 2026?

Na Faixa 4, o teto pode chegar a R$ 600 mil. Na Faixa 3, até R$ 400 mil. Já nas Faixas 1 e 2, os valores variam entre R$ 210 mil e R$ 275 mil, dependendo do município.

Posso usar o FGTS para comprar pelo Minha Casa Minha Vida?

Sim. O FGTS pode ser utilizado como entrada, para amortização periódica ou, em alguns casos, por meio do FGTS Futuro. É necessário ter, no mínimo, três anos de contribuição e não possuir outro imóvel financiado pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

A taxa de juros pode mudar depois da contratação?

As taxas são definidas no momento da contratação e permanecem estáveis ao longo do financiamento, com possível variação limitada vinculada à TR.

Quanto tempo leva para aprovação?

O prazo varia conforme o banco e a documentação apresentada, mas a análise de crédito costuma levar entre 15 e 30 dias. Nas Faixas 2, 3 e 4, o processo é feito junto às instituições financeiras. Já na Faixa 1, a operação é concentrada principalmente na Caixa Econômica Federal.

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