Open Finance: Cielo promove e-book grátis e série de vídeos sobre o tema

A maior revolução do sistema financeiro já chegou no Brasil, trazendo inúmeras oportunidades e benefícios para consumidores, empreendedores e para o mercado de modo geral. E a Cielo, maior adquirente da América Latina e parceira de negócios de todos os tipos e tamanhos, quer facilitar o acesso e a compreensão de todos nessa nova jornada.

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Muita gente já ouviu falar em Open Banking, Open Finance e essas grandes novidades que estão chegando ao sistema financeiro, mas ainda não entendeu direito do que se trata, como participar ou, ainda, se deve ou não fazer parte disso.

E nada mais normal. Afinal, trata-se de um sistema que requer o compartilhamento de dados dos usuários, em uma época em que cada vez mais recomenda-se ter cuidado com o que se compartilha na internet – e com quem.

Então, primeiro é preciso entender: o que é o Open Finance?

Criado e implementado com sucesso no Reino Unido em 2018, o movimento é a nova tendência nos sistemas financeiros ao redor do mundo.

Em tradução livre para o português, o conceito significa “sistema financeiro aberto”.

Basicamente, é um sistema em que o consumidor compartilha seus dados com as instituições financeiras de sua confiança e, com isso, obtém acesso a uma infinidade de produtos, serviços e facilidades oferecidas por diversas outras instituições, feitas sob medida para suas necessidades.

Segundo Glauco Sampaio, Head de Segurança da Informação, Gestão de Riscos, Prevenção a Fraudes, Privacidade de Dados e Tecnologia na Cielo, o Open Finance “é um movimento estruturado e organizado pelo Banco Central do Brasil, com participação ativa das instituições financeiras nacionais para que os usuários finais, os clientes, possam fazer uso de serviços financeiros de uma forma mais inteligente e personalizada.”

Ainda, segundo Sampaio, “o Open Finance é uma expansão do Open Banking, iniciativa capitaneada e direcionada para os Bancos (em sua grande maioria), mas que insere agora outros tipos de instituições do segmento financeiro, como as empresas de meios de pagamento, seguradoras e corretoras de investimento, entre outras.”

Olhando de maneira prática, com o Open Finance, os sistemas das empresas participantes são integrados e conectados, viabilizando o compartilhamento de dados em poucos cliques por meio de sites e aplicativos. Dessa forma, o usuário navega em uma espécie de “shopping financeiro”, onde pode contratar diversos serviços, fazer portabilidade com maior facilidade e adquirir produtos inovadores.

Assim, há um aumento exponencial na oferta de serviços personalizados, maior concorrência e, em consequência: taxas cada vez mais baixas e atrativas para os consumidores.

Além disso, abre-se uma janela para a inovação: “Com o passar do tempo, a interconexão e uso dos serviços financeiros já existentes, possibilitarão que as empresas participantes do Open Finance criem também novas ofertas de produtos e serviços para seus clientes.” afirma Sampaio, da Cielo.

Empreendedores também se beneficiarão de maneira direta, seja como consumidores ou como provedores dessas soluções. Segundo Sampaio, “...o empreendedor pode atuar como um ofertador de serviços, quando, através da sinergia com as instituições financeiras, poderá gerar novas ofertas de produtos e serviços para seus clientes, se tornando um parceiro destas instituições e não somente um cliente delas.

Mas, para aderir ao Open Finance é necessário o compartilhamento de dados, atualmente a maior preocupação dos consumidores.

Sampaio afirma que todos podem ficar bem tranquilos, já que “o sistema foi estruturado fazendo uso dos padrões de segurança mais modernos e robustos existentes no mercado atualmente, isso faz com que o nível de segurança exigido para fazer parte do movimento traga o maior nível de segurança possível. A privacidade dos dados compartilhados também foi um dos aspectos mais discutidos e levados em consideração durante as definições dos padrões de segurança. Temos também uma lei nacional sobre o assunto (a Lei Geral de Proteção de Dados) que traz diversos pontos obrigatórios e que foram seguidos à risca no projeto.

Ou seja, o cliente que aderir ao movimento continua em total controle dos seus próprios dados, decidindo o que compartilhar e com quem, e comandando autorizações e renovações a todo momento.

Ainda assim, Sampaio afirma que as recomendações de segurança não mudam em relação ao que já se deve fazer hoje em dia: “...compartilhe somente aquilo que é necessário para a prestação do serviço, fique atento com quem você realmente irá compartilhar seus dados e solicite a exclusão de seus dados sempre que deixar de fazer uso de algum serviço”.

Toda a evolução do movimento Open Finance está ligada diretamente à evolução de tecnologias como Cloud, Big Data e IoT e, agora, com a chegada do novo 5G, as possibilidades de inovação e o nível de segurança prometem crescer ainda mais.

Segundo Sampaio, a Cielo vê um momento novo e animador no mercado e incentiva seus clientes e parceiros a aderirem à inovação:

A partir do momento que o mercado adota mecanismos que nos permitem ter informações mais completas dos nossos clientes, podemos agregar valor para soluções futuras. A Cielo está atenta às tendências e inovações, acompanhando e participando ativamente das definições do Open Finance. Nós temos o compromisso de tornar a jornada de pagamento mais simples e ágil — sempre com um olhar atento à segurança – e por isso, estamos acompanhando as inovações do mercado, estudando sempre novas tecnologias, soluções e movimentos como o Open Finance.

Para saber mais e baixar gratuitamente o e-book sobre o tema, acesse https://www.cielo.com.br/ebook-open-finance/