Entenda como fusões e aquisições podem impactar o preço das ações


Do CNN Brasil Business, em Sâo Paulo
28 de setembro de 2020 às 07:00 | Atualizado 28 de setembro de 2020 às 08:13
Podcast O Que Eu Faço

Podcast O Que Eu Faço, com Santander

Foto: CNN Brasil

Foram realizadas 483 fusões e aquisições no Brasil de janeiro a julho, um volume 23% superior à média dos últimos cinco anos de acordo com relatório da PwC. Muitas dessas operações foram protagonizadas por empresas de capital aberto, mexendo não apenas com o dia a dia de colaboradores, mas também com o bolso dos investidores. 

Segundo Ricardo Peretti, estrategista de renda variável do Santander, essas transações são bem vistas pelo mercado. "Quando falamos de aquisição de uma ou duas empresas de capital aberto, normalmente a empresa resultante é uma companhia ainda maior, com mais capilaridade e sinergias de receita e de despesas", afirma.

Foi o caso da incorporação da Fibria pela Suzano em 2018 que acabou criando a maior produtora mundial de celulose. "Foi uma união bem celebrada pelos investidores, em que ambas ações se valorizaram", afirma o especialista no novo episódio do podcast “O que eu faço?”.

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Uma outra operação que tem tudo para ser positiva para a carteira de investidores é a fusão entre Unidas e Localiza, que deve fortalecer o segmento de aluguel de veículos.

"Mas antes de festejar o investidor precisa ver se a operação vai ser aprovada. Muitas vezes o Cade barra as operações para evitar concentração de mercado. Uma segunda questão é saber se o valor ofertado é justo", diz Peretti. 

Ouça também: 
Ouça todos os episódios do podcast 'O que eu faço?'

Ouça o novo episódio do podcast “O que eu faço?”, apresentado por Fernando Nakagawa, diretor do CNN Brasil Business, e pela apresentadora Luciana Barreto, com Ricardo Peretti, do Santander, para entender como as fusões e aquisições impactam no mecado financeiro.

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