Ouça todos os episódios do podcast 'O que eu faço?'


Do CNN Brasil Business, em São Paulo
18 de junho de 2020 às 19:55 | Atualizado 13 de agosto de 2020 às 07:37
Podcast O Que Eu Faço

Podcast O Que Eu Faço, com Santander

Foto: CNN Brasil

“O que eu faço?” é o podcast de investimentos financeiros do CNN Brasil Business em parceria com o banco Santander,  comandado pelo diretor da plataforma, Fernando Nakagawa, e pela apresentadora da Luciana Barreto.

Os episódios podem ser ouvidos na íntegra abaixo e também nas principais plataformas de áudio.

Episódio 1: Reserva de emergência em tempos de Covid-19 

Ter uma reserva de emergência é uma das premissas básicas das finanças pessoais e se tornou ainda mais importante em tempos de pandemia. 

Mas um estudo publicado em 2019 mostrou que apenas 1 em 10 brasileiros consegue guardar dinheiro por mês. Afinal, por que é tão difícil estruturar uma reserva de emergência? O quanto devo guardar por mês? Onde investir esse montante? 

Nesta edição, Fernando Nakagawa, diretor do CNN Brasil Business, e André Jankavski, editor-executivo, conversam com Luciane Effting, superintendente-executiva de investimentos do Banco Santander, a fim de encontrar a melhor maneira de organizar uma reserva de emergência e as principais dicas para investi-la. 

Episódio 2: O dólar não para de subir em 2020. É hora de comprar a moeda americana?

Com o aumento do valor de cotação do dólar, acima dos 5 reais desde março, o podcast da CNN Brasil Business responde à questão: é possível ganhar dinheiro ao investir na moeda americana?

Nesta edição, Fernando Nakagawa e André Jankavski ouviram Rafael Bisinha, estrategista-chefe do Santander Private Banking, para discutir as melhores formas de comprar dólares. 

Episódio 3: Bolsa despenca em meio à pandemia. É hora de entrar? 

Sucessivas altas desde 2016 incentivaram milhões de novos investidores a desbravar o mundo da bolsa de valores. 

Mas 2020 escancarou os riscos por trás deste mercado. A queda de 30% do Ibovespa, principal índice da bolsa, mostra o tamanho da queda, e há ações que chegar a perder mais de 50% do seu valor de mercado.

Diversos especialistas começam a falar: é hora de investir mais na bolsa. Outros, no entanto, ainda acreditam que a bolsa pode cair ainda mais com os efeitos da COVID-19.

Para saber o real cenário neste momento, o podcast "O que eu faço?" convidou Ricardo Peretti, estrategista de renda variável do Santander. 

Episódio 4: Com a aposentadoria mais distante, como poupar para a velhice? 

Com a reforma do sistema previdenciário, especialmente às relacionadas ao aumento da idade mínima, muitos brasileiros viram o sonho de se aposentar mais distante.

Por isso, “O que eu faço?” decidiu ir atrás do passo a passo que uma pessoa precisa dar para uma aposentadoria mais tranquila, a começar por um pensamento de longo prazo.

Gilberto Abreu, diretor presidente da Santander Asset Manageament, discute o hábito de como cuidar das finanças para a velhice. 

Episódio 5: Juros a 3%: ainda é possível ganhar dinheiro com renda fixa?

A menor taxa de juros da história no Brasil visa estimular o consumo e, também, diminuir o tombo da economia em 2020 com a pandemia de Covid-19. 

Mas com o corte dos juros da taxa Selic, como ficam os investimentos em renda fixa a partir de agora? O brasileiro, que sempre preferiu a renda fixa a tomar risco na bolsa, conseguirá ter algum retorno com juros tão baixos?

Para entender melhor sobre esse cenário, “O que eu faço?” ouviu Cal Constantino, superintendente de renda fixa da Santander Asset Manageament. 

Episódio 6: Posso ser sócio da Apple ou do Google? Como (e por que) investir no exterior

E se em vez de comprar apenas um iPhone, você adquirisse uma fatia societária da Apple, a fabricante do smartphone? Isso não é só possível como muito comum.

Para entender melhor sobre esse cenário, o podcast “O que eu faço?” conversou com Renato Chanes, estrategista de pessoa física da Santander Corretora. 

Episódio 7: Fundos de investimento ajudam a diversificar a carteira; conheça a modalidade

Conhecido como uma espécie de ‘condomínio’ de investidores, os fundos de investimento agrupam recursos de inúmeras pessoas, para que sejam aplicadas em conjunto no mercado de capitais e financeiro. Ele é uma das oportunidades, segundo especialistas, aos que desejam investir com uma composição de carteira mais segura e diversa.  

Para explicar as oportunidades da modalidade e entender o que é preciso ficar atento quando for escolher opções de fundos de investimento, o podcast “O que eu faço?” conversou com André Cobianchi, superintendente do Santander Asset Management. 

Episódio 8: Volatilidade no mercado faz poupança voltar à moda. Mas vale o investimento?

Uma sequência inédita de circuit breakers na bolsa brasileira - quando as negociações são interrompidas para conter a queda e perda de investidores - fez o Ibovespa acumular uma queda de 30% entre março e abril, pior resultado em 22 anos. 

As recorrentes perdas aumentaram a procura por ativos mais seguros e de renda fixa e, consequentemente, a busca pela poupança também cresceu.

Mas, com tantas possibilidades de investimento em ativos mais seguros, como os CDBs e Tesouro Direto, a poupança ainda vale a pena? E para quem? Para esclarecer todas essas dúvidas, Luciana Barreto, âncora da CNN, e a editora-executiva do CNN Brasil Business, Paula Bezerra, conversam com Paulo Oliveira, superintendente executivo da assessoria de investimentos do Santander Brasil.

Episódio 9: Mulheres ainda são minoria na bolsa; como reverter este cenário?

Nos últimos 17 anos, o número de mulheres que investem no Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, saltou de 15 mil, para 388 mil investidoras (2002-2019) - volume recorde de mulheres inscritas, segundo a B3. Além disso, as mulheres movimentaram quase R$ 80 bilhões no mercado financeiro. 

Ainda assim, elas ainda são minoria na hora de investir: de acordo com a B3, as mulheres representam apenas 25% dos investidores do mercado financeiro, enquanto os homens representam 75% dos investidores.

Mas, se há um retorno tão positivo para a economia e mercado financeiro, por que as mulheres ainda são minoria na hora de investir? Para falar sobre finanças femininas, um time só delas: Luciana Barreto e a editora-executiva Paula Bezerra conversam com Luciane Effting, superintendente-executiva de investimentos do Santander. 

Episódio 10: Com juros a 3%, ainda vale a pena investir em títulos públicos? 

Títulos públicos é quando qualquer cidadão – brasileiro ou estrangeiro – empresta dinheiro para o governo federal, que busca recursos para conseguir fechar as contas. 

A taxa base que o governo utiliza para pagar esses empréstimos é a Selic, a taxa básica de juros. Como, atualmente, ela está em 2,25% ao ano, os retornos estão bem menores do que há alguns anos. Em 2016, para se ter uma ideia, a Selic estava em 14,25% ao ano.

Com tudo isso em vista, ainda vale a pena investir no Tesouro? Para ter essa resposta, o podcast “O Que eu Faço?” conversa com Arthur Sinzato, superintendente advisor do Santander Private Banking.

Episódio 11: Como emprestar dinheiro para empresas e ganhar com isso?

Você sabia que empresas como Vale, Petrobras e Usiminas querem pegar o seu dinheiro emprestado? Isso acontece por meio das debêntures, que são títulos de dívidas emitidos por empresas para financiar as suas operações – bem ao estilo dos títulos públicos, que foram explicados no episódio 10 do "O que eu faço?”.

Arthur Sinzato, superintendente advisor do Santander Private Banking, explica o que você deve fazer.

Episódio 12: Fundos imobiliários podem ser investimentos defensivos na crise 

O brasileiro gosta de imóveis como investimento, mas tem apreciado cada vez mais dos fundos imobiliários. Somente em 2019, houve um aumento de 187,5% no total de dinheiro investido nesses fundos. E a conta, segundo especialistas, deve continuar subindo no futuro, apesar de passar por períodos complicados neste ano.

Mas como funcionam os fundos imobiliários? Para entender mais, Fernando Nakagawa e Luciana Barreto conversam com Felipe Vaz, analista do Santander Corretora.

Episódio 13: É possível ter investimentos com menos risco na bolsa? Conheça as ‘blue chips’

No noticiário econômico e financeiro, é comum ouvir o termo "blue chips" para designar as empresas mais sólidas e consolidadas no mercado de capitais. Ou seja, são aquelas corporações que já possuem marcas fortes, negócios robustos, resultados seguros e que já foram muito testadas na bolsa de valores. Diante disso, também são vista por investidores como mais resistentes à volatilidade do mercado em tempos instáveis.

Na bolsa brasileira, entre as principais blue chips estão a estatal Petrobras, a mineradora Vale, os bancos Ita??, Bradesco, Santander e Banco do Brasil e a empresa de bebidas Ambev. Para discutir este tipo de investimento o podcast, Fernando Nakagawa e Luciana Barreto recebem Ricardo Peretti, estrategista de renda variável do Santander para Brasil e América Latina. 

Episódio 14: As oportunidades das empresas pequenas: entenda o que são as small caps

Quando um investidor novato se depara com o termo "small caps" pode pensar que se trata de empresas pequenininhas perto das gigantes.

Mas não é bem assim. Na B3, que é a bolsa brasileira, não existe um valor determinando o que faz uma empresa estar nesse grupo ou não, mas, lá fora, são aquelas companhias que têm um valor de mercado entre US$ 250 milhões a US$ 2 bilhões. 

As ações dessas empresas são menos negociadas do que empresas como Petrobras e Vale, por exemplo. Logo, pode ser mais difícil encontrar um comprador quando o investidor quiser vender o papel.

Para entender mais sobre small caps, Fernando Nakagawa e Luciana Barreto, âncora da CNN recebem Renato Chanes, estrategista de pessoa física da Santander Corretora.

Episódio 15: É possível viver de renda investindo em ações que distribuem lucros?

As oscilações no mercado de ações faz com que muitas pessoas aproveitem os períodos de baixa, para comprar ativos e, assim, vender quando os papéis estiverem mais valorizados. 

O que muitos não sabem, porém, é que é possível lucrar sem precisar vender ações. Isso ocorre pela distribuição de dividendos.  

O dividendo é, basicamente, parte do lucro que as empresas de capital aberto repassam periodicamente com seus acionistas – uma espécie de remuneração para quem compra ações e, assim, se torna um sócio de determinada companhia.

Mas, como saber quais são as ações e companhias que mais distribuem dividendos? E, diante da instabilidade provocada pela pandemia, que fez com que algumas empresas anunciassem que não pagarão dividendos neste ano, ainda dá para tirar sustento disso? 

Para explicar como funciona essa modalidade e a distribuição do lucro das empresas para os acionistas, Fernando Nakagawa e Luciana Barreto conversaram com Alexandre Cancherini, superintendente-executivo de renda variável do Santander Asset Management. 

Episódio 16: É hora de financiar um imóvel? Menor taxa de juro da história traz oportunidades

A taxa básica de juros, conhecida também como Selic, é a menor de toda a história – e pode seguir caindo após reuniões do Copom. Com isso, algumas oportunidades começam a surgir, inclusive aquela que é o sonho de muitos brasileiros: conseguir ter a casa própria.

Por isso, quando a taxa básica cai, é normal que o financiamento imobiliário acompanhe essa movimentação. “Sem dúvida nenhuma é uma oportunidade para assumir um crédito imobiliário”, diz Sandro Gamba, diretor de negócios imobiliários do Santander.

Além disso, a queda nas taxas pode representar um alívio nas contas daqueles que já financiaram o seu imóvel anteriormente. Com a queda nas taxas, é possível buscar portabilidade da dívida, ou seja, você pode negociar com bancos concorrentes ao que fez o seu financiamento na busca por melhores taxas. Ou, até mesmo, a instituição financeira pode cobrir a proposta e reduzir os juros.

Episódio 17: Como diversificar os meus investimentos? Conheça o seu perfil de investidor

Caso exista alguma regra de ouro no mundo dos investimentos, essa é a da diversificação. Para proteger os investimentos de quedas abruptas em momentos de instabilidade, os maiores investidores sempre falam da importância de não manter todos os ovos na mesma cesta: afinal, se a cesta cair, os seus ovos não se quebrarão todos de uma vez.

A metáfora explica bem esse sentimento no mercado financeiro. Não por acaso, existem investimentos defensivos que podem ajudar a anular perdas de outros ativos. Exemplo: quando a taxa básica de juros, a Selic, é reduzida pelo Banco Central, automaticamente todos os investimentos atrelados à ela também terão a rentabilidade diminuída.

O dólar, por sua vez, aumenta – juros menores significa que investidores estrangeiros tirarão o seu dinheiro do país. Menores dólares no Brasil ocasionam uma valorização da moeda americana frente ao real. O que ajuda a aumentar a rentabilidade daqueles que deixaram de ganhar com outros ativos ligados à Selic.

Esse é apenas um dos exemplos da importância da diversificação.

Episódio 18: A bolsa cresce enquanto a economia sofre: é hora de investir?

Mais uma vez, o otimismo voltou ao mercado financeiro. Há investidores fazendo contagem regressiva para que a bolsa volte ao patamar dos 100.000 pontos, após a queda para os 60.000 pontos durante o mês de março e abril. Esse fato, no entanto, está rendendo até piadas na internet.

Afinal, a euforia vista no mercado financeiro está totalmente descolada da economia real – o Boletim Focus, que reúne as previsões dos principais especialistas no tema no Brasil, por exemplo, acredita que a queda no PIB será de 6,5% em 2020.

Mesmo assim, o Ibovespa segue em tendência de alta. Tendo isso em vista é hora de entrar na bolsa ou estamos observando mais uma bolha se formar? Na opinão de André Rosenblit, diretor da Santander Corretora, a alta faz sentido e não há motivos suficientes que façam uma nova queda brutal.

Episódio 19: Seguro de vida: quando vale a pena e como contratar?

Produto financeiro que garante a estabilidade econômica da família e de pessoas próximas, o seguro de vida ainda desperta muitas dúvidas sobre a necessidade e momento de contratação. Pensar em morte ou acidentes graves não é agradável, mas é necessário como forma de precaução, empatia e cuidado. 

No Brasil, contudo, o seguro de vida não é encarado com a mesma prioridade em relação a outros países, avalia Marcelo Malanga, diretor-presidente da Zurich Santander. “Infelizmente não temos uma cultura bastante fundamentada no tema de proteção. Temos uma visão de proteção maior do carro, por exemplo, do que da própria vida. Em outros países, essas cultura é distinta”, defende. 

Na Zurich Santander, a média de idade dos assegurados é de 45 anos, mas, segundo Malanga, não existe um momento exato que em que seja mais estratégico ter uma apólice — cada pessoa deve analisar sua situação individualmente. “É muito importante para poder garantir durante um determinado tempo a subsistência de dependentes na falta de renda por alguma fatalidade ou imprevisto”, diz. 

Segundo Malanga, é imprescindível que o assegurado seja transparente na hora de contratar o serviço, relatando todas as doenças e fragilidades de saúde. Caso contrário, se o sinistro for mal conduzido, haverá complicações para a cobertura de determinados infortúnios.

Episódio 20: Crédito fica mais barato em momentos de taxa Selic baixa? Veja oportunidades

A taxa Selic foi reduzida mais uma vez, para 2,25% ao ano, e é a menor da história. Em tempos de juros baixos, tomar crédito passa a ser um ato menos salgado do que outros tempos. E durante uma pandemia, em que empresas cortam salários ou até mesmo demitem, a ida para o banco em busca de um empréstimo pode vir a se tornar uma necessidade de diversos brasileiros.

E apesar de dívida não ser uma palavra muito bem quista por parte dos brasileiros, ela pode ser positiva. O crédito imobiliário, por exemplo, nunca foi tão baixo no Brasil – o que pode trazer uma série de possibilidades para quem quer investir em imóveis ou até mesmo comprar a sua casa própria.

“Essa taxa Selic no nível que está traz oportunidades de estímulo para a economia, no próprio reaquecimento do mercado”, diz Sandra Rodrigues, superintendente executiva de produtos de crédito para pessoa física.

Mas, é notório que as taxas de juros praticadas pelas instituições financeiras não andam tão em linha com a Selic. É verdade que algumas opções de crédito diminuíram, mas bem menos do que esperado por clientes. Por que isso acontece? Segundo Rodrigues, há diversas variáveis: o custo do dinheiro no longo prazo, o risco da inadimplência e o peso da carga tributária brasileira.

“Só para se ter ideia, o custodo empréstimo para 48 meses é o dobro de 12 meses. Para 60 meses, é três vezes maior”, afirma Rodrigues.

Porém, há oportunidades para a especialista. Um deles é o crédito com garantia: um tomador de empréstimo pode colocar o imóvel próprio (ou até mesmo um automóvel) como uma segurança para a instituição financeira de que a dívida será honrada. Isso diminui – e muito – o valor dos juros para a pessoa em busca de crédito.

Episódio 21: Empresas sustentáveis atraem investidores nas bolsas: conheça o termo ESG

O mundo não está mudando apenas por causa da pandemia da Covid-19. O chamado “capitalismo consciente” tem feito com que diversas empresas passassem a olhar para outros fatores além do lucro, como temas ligados à sustentabilidade e aos benefícios para a sociedade como um todo. Essas companhias são conhecidas como ESG (abreviação, em inglês, de Environmental, Social and Governance, ou, em português, Ambiental, Social e Governança Corporativa).

Esse tema não é novo, mas ganhou muito mais força no início desse ano. Em janeiro, o executivo Larry Fink, presidente da BlackRock, a maior gestora de ativos do mundo, afirmou em uma carta que o foco de investimentos da companhia seria em empresas e setores que colocam a sustentabilidade no centro da estratégia. A gestora possui US$ 6,5 trilhões em investimentos, logo a carta não foi levada como uma simples declaração.

Com isso, fica a pergunta: vale a pena investir em empresas que são mais conscientes com o mundo? Na visão de Christiano Clemente, chefe de investimentos e Advisory do Santander Private Banking, é um movimento que cresce cada vez mais.

“Ninguém quer olhar uma empresa que não tem processos ou propósitos definidos. Seja meio ambiente, questões sociais e outras externalidades: cada vez mais esse tema é mais discutido”, diz ele durante o novo episódio do podcast “O que eu faço?”.

Números da própria BlackRock atestam esse movimento: no mundo, os ativos alocados em fundos ESG passaram de menos de US$ 700 bilhões em 2018 para US$ 900 bilhões em 2019, o maior volume registrado.

Episódio 22: Renda fixa: LCI e LCA aparecem como alternativas aos CDBs e à poupança

O mundo da renda fixa é bem variado. Para quem está querendo investir sem sofrer com o sobe e desce da renda variável, as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA) aparecem como alternativas aos investimentos mais populares como CDBs e a própria poupança. Mas com uma taxa de juro tão baixa, faz sentido colocar o dinheiro nas “letras”?

Primeiro, é importante entender para onde vai o dinheiro investido em LCI e LCA. Quando alguém vai ao banco ou corretora e aporta algum montante nessas letras, o investidor está ajudando a financiar o setor imobiliário e o agronegócio, respectivamente. Simples assim: o banco emissor tem a obrigação de repassar esse dinheiro para negócios relacionados a essas áreas.

O que pode afugentar o investidor, atualmente, é que o retorno desses produtos é atrelado à taxa básica de juros. É claro que investir em renda fixa no Brasil de uns anos atrás era mais fácil. Afinal, com a taxa Selic ultrapassando os dois dígitos – em 2016, por exemplo, era de 14,25% –, era possível ter alta rentabilidade sem nenhum risco. Hoje, com a Selic aos 2,25%, o cenário é outro, mas ainda há oportunidades.

Mesmo assim, as próprias letras se apresentam como boas opções para o investidor diversificar o seu portfólio. Entre os benefícios está a isenção do Imposto de Renda para pessoas físicas – o que pode deixar a LCI mais competitiva do que muitos CDBs.

Algo que o investidor precisa se atentar muito, no entanto, é a credibilidade do emissor do título. “Esse é o principal fator de risco de quem está emitindo o crédito, mas é bom lembrar que ele também é garantido pelo Fundo Garantidor de Crédito”, diz Arley Matos Junior, gerente de advisory do Santander Brasil.

Para entender mais, confira o novo episódio do podcast “O que eu faço?”, comandado por Fernando Nakagawa e por Luciana Barreto.

Episódio 23: Vale a pena sacar os recursos do FGTS com os juros tão baixos?

Apesar da crise provocada pela pandemia, milhares de brasileiros continuam a comprar imóveis todo mês. A principal razão: os juros mais baixos da história, que se traduzem em parcelas mais baixas para quem vai entrar no financiamento imobiliário.

Para a maior parcela dos brasileiros, a compra do imóvel financiado passa pelo uso do saldo no FGTS, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. Por muitos anos, sacar o saldo integral do FGTS com esse objetivo fez parte da recomendação de muitos especialistas em finanças por causa do baixo rendimento das contas do Fundo, abaixo até do retorno oferecido pela poupança.

Mas a queda contínua da taxa básica de juros, a Selic, para os menores patamares da história derrubou tanto o rendimento da renda fixa que o dinheiro no FGTS deixou de ser um mau negócio. O Fundo passou a render acima de muitos ativos de renda fixa.

Afinal, ainda vale sacar o FGTS com os juros básicos tão baixos? Essa é a pergunta que o podcast “O que eu faço?”, do CNN Brasil Business, busca responder para os seus ouvintes em seu próximo episódio.

Episódio 24: Ações que valem centavos: entenda os riscos e oportunidades das penny stocks

Você tem algumas moedas no seu bolso que sobraram de troco? Elas podem ser suficientes para comprar uma ação. São aquelas conhecidas como “penny stocks” ou, em uma tradução literal, as ações de centavos. Atualmente, uma das mais conhecidas é a da operadora Oi, que passa por um conturbado processo de reestruturação, mas há diversas outras listadas na B3 e em outras bolsas de valores no mundo.

O próprio conceito de penny stock varia de um lugar para o outro. Nos Estados Unidos, por exemplo, são consideradas parte desse grupo aqueles papéis que valem menos do que US$ 5. Por aqui, são aquelas que valem, de fato, centavos. Mas vale a pena investir em uma empresa que vale tão pouco?

Esse é o tema do novo episódio do podcast “O que eu faço?”. Na visão de Renato Chanes, estrategista de pessoa física da Santander Corretora, é necessário atenção antes de investir uma ação dessas. É claro que existem oportunidades, mas os riscos também são maiores.

Episódio 25: Segunda onda de pandemia atinge mercados: como proteger os investimentos?

Uma segunda onda da pandemia da Covid-19 já começa a assustar investidores em todo o mundo. Afinal, se a doença voltar a atingir fortemente países que, até agora, parecem ter administrado o problema, novas mortes acontecerão e, possivelmente, novas quarentenas – impactando diretamente as economias locais (e, claro, a global como um todo).

Não por acaso, bolsas em todo o mundo começam a sofrer com alta volatilidade assim que saem números negativos em algumas regiões chave – atualmente, o crescimento da doença no estado da Flórida é uma das maiores preocupações.

No Brasil, apesar de nem termos saído da primeira onda, o temor é o mesmo. Por isso, segundo Carlos Nunes, especialista em ações e derivativos do Santander Private Banking, o investidor precisa se proteger.

Episódio 26: Temporada de IPOs na bolsa: vale a pena comprar ação de uma empresa estreante?

As empresas estão voltando a olhar para a bolsa de valores. Se a pandemia da Covid-19 evitou com que muitas companhias abrissem capital (o chamado IPO) no primeiro semestre por causa de toda instabilidade causada pela doença, esse cenário já começa a mudar.

Há menos de dez dias, por exemplo, a empresa de gestão de resíduos Ambipar fez sua estreia na B3. Outras estão na fila, como os grupos varejistas Soma (dono das marcas Farm e Animale) e Quero-Quero (de materiais de construção), a construtora Riva 9 (do grupo Direcional) e a empresas de serviços financeiros Boa Vista.

Mas aí fica a pergunta: vale a pena comprar ações dessas empresas bem no dia da estreia? Esse é exatamente o tema do novo episódio do podcast “O que eu faço?”.

Episódio 27: “Eu quero muito ouro”: preço do metal dispara na crise da Covid-19

Visto como uma espécie de porto seguro pelo mercado financeiro, que utiliza o ouro para passar por volatilidade, o ouro é um ativo que pode ser muito importante para compor uma carteira de investimentos. Obviamente, você não vai comprar o metal e deixar estocado em casa, mas sim comprar fundos que tenham ele como ativo.

“Se olharmos o retorno do ouro de fevereiro até agora está cerca de 27% a onça (o equivalente a 31,1 gramas). E o ouro é um investimento de baixíssimo risco e um ativo financeiro muito interessante para todos os investidores”, diz Eliezer Freitas, trader da Santander Corretora.

Como ainda há sérias dúvidas de como a pandemia da Covid-19 irá seguir – se teremos uma segunda onda ou não – o preço do ouro deve se manter em patamares altos.

Quer entender mais? Basta escutar o novo episódio do podcast “O que eu faço”, comandado por Luciana Barreto, âncora da CNN, e Fernando Nakagawa, diretor do CNN Brasil Business.

Episódio 28: "De petróleo a boi gordo e soja, entenda como é possível lucrar com commodities"

Diversas nações emergentes, como o Brasil, dependem muito desses itens, especialmente na economia. Isso, em alguns momentos, vira até um ponto de crítica: afinal, enquanto países desenvolvidos criam outros tipos de riqueza, como produtos de valor agregado e tecnológicos, continuamos com os produtos básicos.

Mas o fato é que o Brasil é um grande protagonista nesse setor e que é possível lucrar na bolsa de valores em contratos de café, soja e até boi gordo. Todos esses contratos são negociados no mercado futuro, ou seja, um ambiente que ajuda a proteger os produtores e compradores de oscilações muito grandes no mercado.

Para entender melhor como funciona esse mercado, escute o novo episódio do podcast “O que eu faço?”, comandado por Fernando Nakagawa, diretor do CNN Business, e Luciana Barreto, âncora da CNN.

Episódio 29: É possível lucrar com o investimento em opções? Entenda esse mercado

Quem acompanha o mercado financeiro por vezes se depara com temas que parecem difíceis de entender, mas, na verdade, são mais simples do que aparentam. É o caso das opções, uma modalidade de investimentos que pode ser benéfica para quem enxerga uma tendência, seja ela de alta ou de baixa. 

Esse instrumento financeiro dá ao comprador o direito de vender ou comprar um ativo com data de vencimento e preço predeterminados. Para isso, o vendedor cobra uma taxa, chamada de prêmio.

Em um exemplo do funcionamento desse instrumento, um investidor pode comprar uma opção de compra (call) de uma ação com vencimento para 20 de novembro ao preço de R$ 15 (strike).

Isso significa que, no dia 20 de novembro, esse investidor tem o direito de comprar aquele papel por R$ 15, mesmo se ação valer, naquele momento, R$ 25. As opções são recomendadas para quem já entende o funcionamento da bolsa de valores e está acostumado a investir em renda variável. Porém, está sendo usada por muitos iniciantes para especular – o que pode trazer prejuízos grandes.

No podcast “O que eu Faço?”, Fabiano Romano, head da área de Opções da Santander Corretora, diz que o aprendizado sobre esse instrumento é rápido e alavancado pelas ferramentas de investimento que as instituições financeiras oferecem. 

Romano ainda explicou a diferença entre opções e mercado futuro. Para entender mais, confira o novo episódio do podcast "O que eu faço?", apresentado por Fernando Nakagawa e Luciana Barreto.

Episódio 30: Conheça quais são os setores em alta na bolsa de valores em meio à pandemia

Mesmo em momentos de crise, alguns setores insistem em trazer bons resultados em meio à bagunça. Com a pandemia não é diferente. Enquanto tudo vai mal no turismo e o varejo físico tenta recuperar as perdas causadas pelos meses de fechamento, empresas de telecomunicação, e-commerce e do setor da saúde crescem e chamam atenção dos investidores.

Esses e outros segmentos estão em alta na bolsa de valores, mostrando que alguns negócios conseguiram bons resultados mesmo na pandemia, e foram apontados por Daniel Gewehr, head de research do Santander Brasil, como destaques em tempos de crise.

Episódio 31: Minicontratos caem no gosto do investidor: saiba como funcionam e como operar

Uma nova alternativa de investimento caiu no gosto dos brasileiros nos últimos meses: são os minicontratos. Eles são versões reduzidas dos contratos futuros, em que duas partes - um comprador e um vendedor - acertam a negociação de certas quantidades de um ativo em uma data futura a um preço igualmente predeterminado.

Para entender mais como funcionam e como é possível ganhar dinheiro com esse tipo de investimento, Luciana Barreto e Fernando Nakagawa conversam com David Quixadá, responsável pela negociação eletrônica e projetos da Santander Corretora.

Episódio 32: Saiba o que os resultados do 2º tri revelam dos efeitos da crise nas empresas

As cotações das ações negociadas na bolsa passaram a ser influenciadas nas últimas semanas pela divulgação dos resultados de empresas no segundo trimestre. É a chamada temporada de balanços.

Mas por que existe esse impacto? Para explicar a importância dos resultados e o que eles revelaram dos efeitos da pandemia nas empresas, o novo episódio do podcast O que eu faço? ouviu Ricardo Peretti, estrategista de renda variável da Santander Corretora para o Brasil e a América Latina.

*“O que eu Faço?” estará disponível duas vezes por semana no site do CNN Brasil Business e também nas plataformas de áudio. Quem tiver dúvidas já pode enviá-las por meio das redes sociais da CNN Brasil Business no Instagram, no Twitter e no Facebook, com a hashtag #CNNoqueeufaço?