Ouça todos os episódios do podcast 'O que eu faço?'


Do CNN Brasil Business, em São Paulo
18 de junho de 2020 às 19:55 | Atualizado 28 de outubro de 2020 às 10:08
Podcast O Que Eu Faço

Podcast O Que Eu Faço, com Santander

Foto: CNN Brasil

“O que eu faço?” é o podcast de investimentos financeiros do CNN Brasil Business em parceria com o banco Santander,  comandado pelo diretor da plataforma, Fernando Nakagawa, e pela apresentadora da Luciana Barreto.

Os episódios podem ser ouvidos na íntegra abaixo e também nas principais plataformas de áudio.

Episódio 54: Empréstimo com garantia de veículo pode sair mais barato do que alternativas

"Dívida barata é aquela que cabe no bolso." É assim que Vinicius Aloe, presidente da plataforma de crédito Sim, que pertence ao Santander, define o empréstimo com garantia de veículo. Essa modalidade de crédito costuma oferecer juros mais vantajosos e prazos mais longos para o tomador. 

Isso acontece, pois, como o próprio nome diz, o empréstimo tem garantia. "É uma concessão mais segura do ponto de vista da instituição que empresta os recursos. Isso porque, em caso de calote, o banco ou a fintech pode tomar o carro ou a moto do tomador", diz o executivo, em entrevista ao podcast "O que eu faço?".

Episódio 53:  Aluguel de ações pode ser uma opção para incrementar rentabilidade do investidor

Os investidores de longo prazo podem ganhar dinheiro sem ter de vender suas ações, alugando os papéis. Essa modalidade ganha adeptos quando as empresas não apresentam bom desempenho na bolsa. Hoje há 286 ações que podem ser alugadas. Mas, afinal, como funciona?

A lógica é a mesma de um aluguel de um imóvel, por exemplo. O dono das ações (chamado de doador) liga ou manda um e-mail para a corretora dizendo que gostaria de alugar seus papéis. Pela locação, ele cobra uma taxa que é definida pela famosa da lei da oferta e da demanda de mercado -- e é divulgada pela B3 todos os dias em que tem pregão. 

Para entender mais sobre como o aluguel de ações pode incrementar os seus rendimentos, escute ao novo episódio do podcast "O que eu faço?", comandado por Fernando Nakagawa e Luciana Barreto. 

Episódio 52: Começa a temporada de balanços: entenda como isso afeta as suas ações

Se os resultados financeiros das empresas no segundo trimestre serviram para mostrar o tamanho do rombo causado pela pandemia, o terceiro trimestre apontará a velocidade da recuperação das companhias. Afinal, o pior ficou para trás ou os efeitos da Covid-19 continuarão sendo protagonistas nos balanços das companhias?

Para Ricardo Peretti, estrategista de renda variável na Santander Corretora para o Brasil e América Latina, o pior ficou para trás. E, em entrevista ao podcast "O que eu faço?", é até possível enxergar que alguns setores estão apresentando melhores resultados do que no início da pandemia.

Para entender mais sobre como os balanços vão afetar os seus investimentos, escute ao novo episódio do podcast “O que eu faço?”, comandado por Fernando Nakagawa e Luciana Barreto.

Episódio 51: A reserva de emergência acabou. E agora?

Se 2020 deixa uma lição para os próximos anos é que é imprescindível ter dinheiro guardado para períodos de turbulência econômica. Os livros de finanças recomendam que a reserva de emergência seja equivalente a algo entre três e seis vezes o gasto médio mensal -- o suficiente, portanto, para pagar as contas por três a seis meses. Na ponta do lápis, isso significa que, se a despesa mensal da família é de R$ 5 mil, é importante ter reservado de R$ 15 mil a R$ 30 mil.

Mas, o fazer se o cofrinho de emergências secou? Ednaldo Fernandes, consultor de investimentos do Santander, diz que é necessário construir novamente esse colchão.

"Para quem tem um valor a receber, essa tarefa é mais fácil. Basta avaliar o montante necessário para reinvestir na reserva. Mas, se não tem, a dica é a programação mensal de investimentos, em que o investidor seleciona o dia e o valor a ser debitado automaticamente da conta e reinvestido em fundos DI ou na poupança", afirma ao podcast “O que eu faço?”.

Episódio 50: Home equity: saiba como usar o seu imóvel como garantia de um empréstimo

Home equity, expressão inglês para crédito com garantia em imóvel, é um termo que tem crescido no Brasil. Comum lá fora, esse tipo de empréstimo está se popularizando por aqui com empresas que se dedicam à atividade e investimento dos grandes bancos na modalidade. 

Mas alguns cuidados são necessários para quem está considerando o home equity. O novo episódio do podcast “O que eu faço?” tira suas dúvidas sobre o empréstimo com garantia em imóvel. 

Ouça o novo episódio, apresentado por Fernando Nakagawa, diretor do CNN Brasil Business, e pela apresentadora Luciana Barreto, para conhecer todas as recomendação de Sandro Gamba sobre o tema. 

Episódio 49: Com os juros futuros subindo, é a vez da renda fixa novamente?

Enquanto a Selic está no seu menor patamar em toda a história – em 2% –, os juros futuros avançam. Isso porque o mercado financeiro está de olho nos gastos do governo brasileiro. Com a pandemia de Covid-19, os países aumentaram os gastos públicos para socorrer as famílias e empresa.

Mas, no Brasil, além da preocupação com o aumento desses gastos, há também a desconfiança sobre um furo no teto de gastos e o futuro das reformas. Com tudo isso em jogo, investir em renda fixa pode ser uma boa.

O episódio mais recente do podcast “O Que eu Faço?” vai tirar as dúvidas do investidor que está considerando o investimento em ativos de renda fixa.

Episódio 48: Medo da renda variável? Como proteger os seus investimentos em ações e fundos

Para os marinheiros de primeira viagem, como é o caso de boa parte dos 3 milhões de investidores pessoa física que se arriscaram na bolsa nos últimos meses, investir em renda variável ainda causa calafrios. Com o sobe e desce recente da B3 (B3SA3) nos últimos tempos, a preocupação é legítima.

Mas com taxa de juros nas mínimas históricas, ir para a renda variável pode se tornar uma necessidade para aqueles que buscam uma rentabilidade razoável no curto e médio prazo. Mas é possível se proteger na renda variável, com tanta volatilidade?

A resposta é sim. Porém, não é possível eliminar todos os riscos, mas mitigá-los. Essa é a opinião de Arley Matos Junior, gerente de advisory do Santander Brasil.

Episódio 47: Que tipos informações o acionista deve acompanhar das empresas em que investe?

Com tantos influenciadores digitais dizendo quais ações os investidores deveriam comprar (ou vender), fica difícil saber como montar uma carteira de investimentos. Essas opiniões podem ser levadas em conta, é claro, mas a fonte primária de informação tem sempre que ser a própria empresa, segundo Lucas Stella, responsável pela análise de renda variável da Santander Asset Management.

"Uma dica é se cadastrar no mailing da área de relações com investidores, pois o investidor ficará a par de todas as comunicações da empresa."

Ouça o episódio do podcast “O que eu faço?”, apresentado por Fernando Nakagawa, diretor do CNN Brasil Business, e pela apresentadora Luciana Barreto, com Lucas Stella, da gestora do Santander.

Episódio 46: Posso ganhar dinheiro com desdobramento de ações? Entenda

Magazine Luiz, Raia Drogasil, Apple e Tesla têm algo em comum: as quatro empresas fizeram desdobramento de ações recentemente. Também conhecida como split, a operação é realizada por companhias que querem aumentar a liquidez de seus papéis sem mexer no caixa. Ou seja, sem emitir novas ações no mercado.

"Para o investidor que já tem os papéis, o fato de uma ação ter sofrido desdobramento é neutro. No entanto, o pequeno investidor pode se sentir compelido a comprar a ação, já que o investimento total é menor", afirma Renato Chanes, estrategista de pessoa física da Santander Corretora.

 

Episódio 45: Entenda como fusões e aquisições podem impactar o preço das ações

Foram realizadas 483 fusões e aquisições no Brasil de janeiro a julho, um volume 23% superior à média dos últimos cinco anos de acordo com relatório da PwC. Muitas dessas operações foram protagonizadas por empresas de capital aberto, mexendo não apenas com o dia a dia de colaboradores, mas também com o bolso dos investidores.

Segundo Ricardo Peretti, estrategista de renda variável do Santander, essas transações são bem vistas pelo mercado. "Quando falamos de aquisição de uma ou duas empresas de capital aberto, normalmente a empresa resultante é uma companhia ainda maior, com mais capilaridade e sinergias de receita e de despesas", afirma.

Episódio 44: Há bolha nas ações de tecnologia? Entenda se a recente queda é correção ou não

O setor que mais se destacou na bolsa até o momento foi, sem dúvida, o de tecnologia. As ações da Apple, Amazon e até de novatas como a Tesla dispararam em 2020. Mas acendeu o alerta em setembro: será que as companhias valem tantos bilhões de dólares em economias solapadas pela crise econômica?

O sinal fez com que o índice Nasdaq (que engloba principalmente empresas de tech) recuasse 7% neste mês, enquanto o S&P 500 caísse 3,5%. Para Maria Tereza Azevedo, analista de TI e de Telecom do Santander, a queda não representa um estouro de uma bolha. Até porque, para a especialista, não há bolha no setor.

Ouça o novo episódio do podcast “O que eu faço?”, apresentado por Fernando Nakagawa, diretor do CNN Brasil Business, e pela apresentadora Luciana Barreto, para conhecer todas as recomendações de Maria Tereza Azevedo sobre investimentos em empresas de tecnologia.

Episódio 43: Investimento de longo prazo busca retorno mais atrativo em tempos de Selic baixa

Os investimentos de longo prazo são opções mais rentáveis em um cenário de juros baixos como o atual. Com a Selic no menor patamar da história, o investidor deve reservar parte de sua carteira para ativos que ofereçam rentabilidade no decorrer de vários anos. É o caso da previdência privada, por exemplo, que, por contar com incentivos fiscais, acaba proporcionando um retorno maior.

Mas como escolher os produtos para investir? Luciane Effting, superintendente executiva de investimentos do Santander, explica que, ao montar a carteira de ativos, é necessário atrelar as escolhas a objetivos, como a manutenção do padrão de vida durante a aposentadoria ou a compra de um imóvel. 

Episódio 42: Ações do setor imobiliário: cenário anima, mas foco deve estar no longo prazo

Várias empresas do setor imobiliário estão procurando o mercado de ações para captar recursos. A lista de empresas que pediram para realizar uma oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês)  tem 15 empresas do setor, entre construtoras e incorporadoras. O mais recente IPO do segmento foi o da Lavvi.

O investidor atento vai perceber na construção civil boas oportunidades, por causa desses fatores que impulsionam o setor. No novo episódio do podcast “O que eu faço?”, Bruno Mendonça, analista do setor de construção civil do Santander, dá dicas de papéis e segmentos que podem gerar um bom retorno a longo prazo. 

O analista também explica que existem dois grandes grupos de empresas listadas: as que atuam no segmento de baixa renda e aquelas que atendem o público de média e alta renda. 

Episódio 41: Onde estão as oportunidades – e as furadas – para investir em ações do varejo

Diante da pandemia de Covid-19, o varejo vive meses intensos. Fechamento de lojas, digitalização rápida e impacto no consumo estiveram em pauta nos últimos meses no setor. O mercado acompanha de perto a reação de cada player, de olho principalmente nos balanços divulgados recentemente no segundo trimestre. 

Este é um setor com presença relevante no mercado de ações. E mais papéis de varejistas devem chegar à B3 nos próximos meses. Empresas como Havan, Enjoei e Wine estão na fila do IPO.

Por isso, os investidores olham para o varejo em busca de boas oportunidades. E elas existem. Ruben Couto, analista de Varejo do Santander, falou sobre os segmentos que podem ser uma boa aposta, e onde não vale a pena investir agora.

Ouça o novo episódio do podcast “O que eu faço?”, apresentado por Fernando Nakagawa, diretor do CNN Brasil Business e Natália Flach, editora do CNN Brasil Business.

Episódio 40: Day trade: entenda os (muitos) riscos de comprar e vender ações em 1 dia

O aumento do número de pessoas físicas operando na bolsa de valores também estimulou um outro fenômeno: o número de investidores em busca de riquezas por meio do day trade. A operação nada mais é do que comprar e vender um ativo em um curto espaço de tempo, normalmente no mesmo dia. A promessa para quem faz isso? Ganhos robustos em um curtíssimo espaço de tempo.

"Quanto menor é o meu prazo, menor é a probabilidade de acerto", diz Sandra Gouveia, superintendente da Santander Corretora.

Por isso, segundo a especialista, é necessário que o investidor tenha experiência antes de decidir por essa operação diária – que precisa ser feita sempre com muito estudo e muita leitura de gráficos. E, principalmente, saber o quanto quer ganhar e o quanto está disposto a perder nas negociações.

Quer entender melhor? Basta escutar o novo episódio do podcast "O que eu faço?", apresentado pela âncora Luciana Barreto e por André Jankavski, editor-executivo do CNN Business

 

Episódio 39: Fundos imobiliários: como ter uma carteira lucrativa, mesmo com a crise

Os fundos imobiliários já foram assunto do podcast “O que eu faço?”. Eles são considerados investimentos mais defensivos que as ações, por exemplo. Mas, diante de uma crise sem precedentes, as estratégias de investimento devem ser postas à prova a todo momento. 

Por isso, Felipe Vaz, analista de fundos imobiliários da Santander Corretora, voltou ao podcast e deu dicas de como montar uma boa carteira e para onde olhar antes de apostar em um fundo. 

Para entender mais, acompanhe o novo episódio do podcast “O que eu faço?”, comandado por Luciana Barreto, âncora da CNN, e André Jankavski, editor executivo do CNN Brasil Business. O programa pode ser ouvido no player abaixo ou no seu aplicativo de streaming preferido. 



Episódio 38: Vale a pena investir em dólar, mesmo com o real desvalorizado?

Comprar moedas estrangeiras pode ser um investimento para quem aposta na desvalorização do real ou um movimento de proteção para quem tem, por exemplo, compromissos futuros a serem pagos em dólar e não quer surpresas na hora de quitar essa dívida.

Nos últimos meses, porém, a moeda brasileira perdeu muito valor, o que faz os investidores se perguntarem se este é um momento para entrar nesse mercado.

É isto que o podcast “O que eu faço?”, do CNN Brasil Business, responde em seu novo episódio. O especialista em investimentos do Santander, Arley Matos é direto: “não é um bom momento de entrada, principalmente para quem tem uma estratégia de longo a médio prazo”.

Episódio 37: Consórcio ou financiamento: qual é a melhor alternativa para o longo prazo?

Juros baixos ajudam a estimular a demanda por compras de um prazo um pouco maior, como carros e imóveis e até mesmo serviços, como tratamentos estéticos. Porém, se você não tem dinheiro suficiente para uma compra dessas à vista, qual a melhor opção: financiamento ou consórcio?  

A resposta é simples, mas depende de quanto tempo você está disposto a esperar para ter o bem (ou serviço) em mãos. O consórcio tem juros mais baixos do que o financiamento, mas o tempo de espera para se ter o ativo pode ser (bem) longo. O financiamento, por sua vez, libera o cr??dito para a aquisição na hora – mas tem a conta mais salgada no fim de cada parcela.

“O fator determinante é a urgência. Afinal, se o indivíduo ou até mesmo uma empresa tiver a necessidade imediata, o financiamento vai suprir essa necessidade. Mas quem pode se planejar, pode pagar menos também”, diz Vagner Rodrigues, superintendente de produto consórcio do Santander Brasil.

Episódio 36: O que são ETFs? Entenda como comprar diversas ações de uma só vez

Não é novidade para ninguém que os investimentos em renda variável têm registrado crescimento recordes nos últimos meses. Menor taxa de juro da história, pouca rentabilidade na renda fixa empurraram o brasileiro para a bolsa: mas com tantas opções de ações e fundos, como escolher a melhor? Os ETFs aparecem como uma opção de menor risco para os novatos.

Não quer dizer, no entanto, que apenas os iniciantes apostem nos ETFs e nem que o risco não seja alto. ETFs vem da sigla em inglês Exchange Traded Fund (ou fundos de índice negociados na bolsa, em tradução livre). Esse produto nada mais é que uma cesta de ações: ele replica os ganhos (ou perdas) de determinado índice.

“Do ponto de vista do investidor, é um único instrumento que traz uma carteira diversificada de diversos ativos”, diz Felipe Vaz Moreira, superintendente de produtos da Santander Corretora, em entrevista ao podcast.

Episódio 35: As ações dos bancos estão baratas? Saiba o que esperar do setor na bolsa

A pandemia afetou – e muito – as finanças dos grandes bancos no segundo trimestre, como fez com a maioria dos setores da economia. Santander (SANB11), Bradesco (BBDC3) e Itaú (ITUB3) – os três maiores bancos privados do Brasil – expremeram suas margens ao se protegerem contra calotes. O resultado? Essas instituições lucraram (menos) entre abril e junho. 

Juntos, Itaú Unibanco, Bradesco e Santander gastaram R$ 23,6 bilhões com calotes entre abril e junho, salto de quase 90% em relação ao mesmo período de 2019. Frente ao primeiro trimestre, as despesas com provisões subiram em 8,56%. De abril a junho, Santander e Bradesco seguiram ampliando as reservas, enquanto o Itaú fez o movimento contrário.

Agora, o que o investidor quer saber é se os preços das ações dessas empresas vão voltar ao patamar pré-crise. O que vai acontecer com as ações dos bancos? Esta é a pergunta que o podcast “O que eu faço?”, do CNN Brasil Business, busca responder para os seus ouvintes em seu novo episódio.

Episódio 34: Empresas de tecnologia disparam na bolsa. É hora de comprar?

A Apple está próxima dos US$ 2 trilhões em valor de mercado (e ultrapassou o PIB do Brasil). A Amazon está logo atrás. Na América Latina, o Mercado Livre se tornou a empresa mais valiosa ao suplantar gigantes como a mineradora Vale e a estatal Petrobras.

Logo, as ações das empresas de tecnologia são destaque no mundo inteiro – assim como os seus resultados. Esse movimento pode ser visto, principalmente, na Bolsa de Nova York, nos Estados Unidos. O índice Nasdaq, que reúne as ações negociadas da nata das empresas de tecnologia, subiu 30% desde o início do ano.

Na opinião de Maria Tereza Azevedo, analista de empresas de TI e Telecom da Santander Corretora, estamos bem longe de uma bolha mesmo com uma alta tão acentuada. Afinal, atualmente, a tecnologia se mostrou essencial para a vida das pessoas – e a pandemia acelerou ainda mais esse processo.

Episódio 33: Nova regra para BDRs permite compra de ações da Apple por investidor 'comum'

Quem reclamava de não poder investir em grandes companhias internacionais ou então de não poder comprar ações de empresas brasileiras só porque estavam listadas em bolsas do exterior, já pode comemorar. Na semana passada, a CVM alterou a regulação dos BDRs (Brazilian Depositary Receipts), que nada mais são do que os recibos negociados na B3 referentes a ações estrangeiras.

A novidade foi muito aguardada pelo mercado financeiro. Na prática, significa que, finalmente, o investidor vai poder comprar papéis de XP Investimentos, PagSeguro, Stone, Cogna e qualquer outra brasileira com capital aberto no exterior, sem precisar ter uma conta fora do país.

Também quer dizer que, agora, investidores que não são "qualificados", segundo a CVM, ou melhor, os que têm menos de R$ 1 milhão aplicados, também podem apostar em blue chips como Apple, Microsoft, Google e outras.

 

Episódio 32: Saiba o que os resultados do 2º tri revelam dos efeitos da crise nas empresas

As cotações das ações negociadas na bolsa passaram a ser influenciadas nas últimas semanas pela divulgação dos resultados de empresas no segundo trimestre. É a chamada temporada de balanços.

Mas por que existe esse impacto? Para explicar a importância dos resultados e o que eles revelaram dos efeitos da pandemia nas empresas, o novo episódio do podcast O que eu faço? ouviu Ricardo Peretti, estrategista de renda variável da Santander Corretora para o Brasil e a América Latina.

 

Episódio 31: Minicontratos caem no gosto do investidor: saiba como funcionam e como operar

Uma nova alternativa de investimento caiu no gosto dos brasileiros nos últimos meses: são os minicontratos. Eles são versões reduzidas dos contratos futuros, em que duas partes - um comprador e um vendedor - acertam a negociação de certas quantidades de um ativo em uma data futura a um preço igualmente predeterminado.

Para entender mais como funcionam e como é possível ganhar dinheiro com esse tipo de investimento, Luciana Barreto e Fernando Nakagawa conversam com David Quixadá, responsável pela negociação eletrônica e projetos da Santander Corretora.

 

Episódio 30: Conheça quais são os setores em alta na bolsa de valores em meio à pandemia

Mesmo em momentos de crise, alguns setores insistem em trazer bons resultados em meio à bagunça. Com a pandemia não é diferente. Enquanto tudo vai mal no turismo e o varejo físico tenta recuperar as perdas causadas pelos meses de fechamento, empresas de telecomunicação, e-commerce e do setor da saúde crescem e chamam atenção dos investidores.

Esses e outros segmentos estão em alta na bolsa de valores, mostrando que alguns negócios conseguiram bons resultados mesmo na pandemia, e foram apontados por Daniel Gewehr, head de research do Santander Brasil, como destaques em tempos de crise.

 

Episódio 29: É possível lucrar com o investimento em opções? Entenda esse mercado

Quem acompanha o mercado financeiro por vezes se depara com temas que parecem difíceis de entender, mas, na verdade, são mais simples do que aparentam. É o caso das opções, uma modalidade de investimentos que pode ser benéfica para quem enxerga uma tendência, seja ela de alta ou de baixa. 

Esse instrumento financeiro dá ao comprador o direito de vender ou comprar um ativo com data de vencimento e preço predeterminados. Para isso, o vendedor cobra uma taxa, chamada de prêmio.

Em um exemplo do funcionamento desse instrumento, um investidor pode comprar uma opção de compra (call) de uma ação com vencimento para 20 de novembro ao preço de R$ 15 (strike).

Isso significa que, no dia 20 de novembro, esse investidor tem o direito de comprar aquele papel por R$ 15, mesmo se ação valer, naquele momento, R$ 25. As opções são recomendadas para quem já entende o funcionamento da bolsa de valores e está acostumado a investir em renda variável. Porém, está sendo usada por muitos iniciantes para especular – o que pode trazer prejuízos grandes.

No podcast “O que eu Faço?”, Fabiano Romano, head da área de Opções da Santander Corretora, diz que o aprendizado sobre esse instrumento é rápido e alavancado pelas ferramentas de investimento que as instituições financeiras oferecem. 

Romano ainda explicou a diferença entre opções e mercado futuro. Para entender mais, confira o novo episódio do podcast "O que eu faço?", apresentado por Fernando Nakagawa e Luciana Barreto.

 

Episódio 28: "De petróleo a boi gordo e soja, entenda como é possível lucrar com commodities"

Diversas nações emergentes, como o Brasil, dependem muito desses itens, especialmente na economia. Isso, em alguns momentos, vira até um ponto de crítica: afinal, enquanto países desenvolvidos criam outros tipos de riqueza, como produtos de valor agregado e tecnológicos, continuamos com os produtos básicos.

Mas o fato é que o Brasil é um grande protagonista nesse setor e que é possível lucrar na bolsa de valores em contratos de café, soja e até boi gordo. Todos esses contratos são negociados no mercado futuro, ou seja, um ambiente que ajuda a proteger os produtores e compradores de oscilações muito grandes no mercado.

Para entender melhor como funciona esse mercado, escute o novo episódio do podcast “O que eu faço?”, comandado por Fernando Nakagawa, diretor do CNN Business, e Luciana Barreto, âncora da CNN.

 

Episódio 27: “Eu quero muito ouro”: preço do metal dispara na crise da Covid-19

Visto como uma espécie de porto seguro pelo mercado financeiro, que utiliza o ouro para passar por volatilidade, o ouro é um ativo que pode ser muito importante para compor uma carteira de investimentos. Obviamente, você não vai comprar o metal e deixar estocado em casa, mas sim comprar fundos que tenham ele como ativo.

“Se olharmos o retorno do ouro de fevereiro até agora está cerca de 27% a onça (o equivalente a 31,1 gramas). E o ouro é um investimento de baixíssimo risco e um ativo financeiro muito interessante para todos os investidores”, diz Eliezer Freitas, trader da Santander Corretora.

Como ainda há sérias dúvidas de como a pandemia da Covid-19 irá seguir – se teremos uma segunda onda ou não – o preço do ouro deve se manter em patamares altos.

Quer entender mais? Basta escutar o novo episódio do podcast “O que eu faço”, comandado por Luciana Barreto, âncora da CNN, e Fernando Nakagawa, diretor do CNN Brasil Business.

 

Episódio 26: Temporada de IPOs na bolsa: vale a pena comprar ação de uma empresa estreante?

As empresas estão voltando a olhar para a bolsa de valores. Se a pandemia da Covid-19 evitou com que muitas companhias abrissem capital (o chamado IPO) no primeiro semestre por causa de toda instabilidade causada pela doença, esse cenário já começa a mudar.

Há menos de dez dias, por exemplo, a empresa de gestão de resíduos Ambipar fez sua estreia na B3. Outras estão na fila, como os grupos varejistas Soma (dono das marcas Farm e Animale) e Quero-Quero (de materiais de construção), a construtora Riva 9 (do grupo Direcional) e a empresas de serviços financeiros Boa Vista.

Mas aí fica a pergunta: vale a pena comprar ações dessas empresas bem no dia da estreia? Esse é exatamente o tema do novo episódio do podcast “O que eu faço?”.

 

Episódio 25: Segunda onda de pandemia atinge mercados: como proteger os investimentos?

Uma segunda onda da pandemia da Covid-19 já começa a assustar investidores em todo o mundo. Afinal, se a doença voltar a atingir fortemente países que, até agora, parecem ter administrado o problema, novas mortes acontecerão e, possivelmente, novas quarentenas – impactando diretamente as economias locais (e, claro, a global como um todo).

Não por acaso, bolsas em todo o mundo começam a sofrer com alta volatilidade assim que saem números negativos em algumas regiões chave – atualmente, o crescimento da doença no estado da Flórida é uma das maiores preocupações.

No Brasil, apesar de nem termos saído da primeira onda, o temor é o mesmo. Por isso, segundo Carlos Nunes, especialista em ações e derivativos do Santander Private Banking, o investidor precisa se proteger.

 

Episódio 24: Ações que valem centavos: entenda os riscos e oportunidades das penny stocks

Você tem algumas moedas no seu bolso que sobraram de troco? Elas podem ser suficientes para comprar uma ação. São aquelas conhecidas como “penny stocks” ou, em uma tradução literal, as ações de centavos. Atualmente, uma das mais conhecidas é a da operadora Oi, que passa por um conturbado processo de reestruturação, mas há diversas outras listadas na B3 e em outras bolsas de valores no mundo.

O próprio conceito de penny stock varia de um lugar para o outro. Nos Estados Unidos, por exemplo, são consideradas parte desse grupo aqueles papéis que valem menos do que US$ 5. Por aqui, são aquelas que valem, de fato, centavos. Mas vale a pena investir em uma empresa que vale tão pouco?

Esse é o tema do novo episódio do podcast “O que eu faço?”. Na visão de Renato Chanes, estrategista de pessoa física da Santander Corretora, é necessário atenção antes de investir uma ação dessas. É claro que existem oportunidades, mas os riscos também são maiores.

 

Episódio 23: Vale a pena sacar os recursos do FGTS com os juros tão baixos?

Apesar da crise provocada pela pandemia, milhares de brasileiros continuam a comprar imóveis todo mês. A principal razão: os juros mais baixos da história, que se traduzem em parcelas mais baixas para quem vai entrar no financiamento imobiliário.

Para a maior parcela dos brasileiros, a compra do imóvel financiado passa pelo uso do saldo no FGTS, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. Por muitos anos, sacar o saldo integral do FGTS com esse objetivo fez parte da recomendação de muitos especialistas em finanças por causa do baixo rendimento das contas do Fundo, abaixo até do retorno oferecido pela poupança.

Mas a queda contínua da taxa básica de juros, a Selic, para os menores patamares da história derrubou tanto o rendimento da renda fixa que o dinheiro no FGTS deixou de ser um mau negócio. O Fundo passou a render acima de muitos ativos de renda fixa.

Afinal, ainda vale sacar o FGTS com os juros básicos tão baixos? Essa é a pergunta que o podcast “O que eu faço?”, do CNN Brasil Business, busca responder para os seus ouvintes em seu próximo episódio.

 

Episódio 22: Renda fixa: LCI e LCA aparecem como alternativas aos CDBs e à poupança

O mundo da renda fixa é bem variado. Para quem está querendo investir sem sofrer com o sobe e desce da renda variável, as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA) aparecem como alternativas aos investimentos mais populares como CDBs e a própria poupança. Mas com uma taxa de juro tão baixa, faz sentido colocar o dinheiro nas “letras”?

Primeiro, é importante entender para onde vai o dinheiro investido em LCI e LCA. Quando alguém vai ao banco ou corretora e aporta algum montante nessas letras, o investidor está ajudando a financiar o setor imobiliário e o agronegócio, respectivamente. Simples assim: o banco emissor tem a obrigação de repassar esse dinheiro para negócios relacionados a essas áreas.

O que pode afugentar o investidor, atualmente, é que o retorno desses produtos é atrelado à taxa básica de juros. É claro que investir em renda fixa no Brasil de uns anos atrás era mais fácil. Afinal, com a taxa Selic ultrapassando os dois dígitos – em 2016, por exemplo, era de 14,25% –, era possível ter alta rentabilidade sem nenhum risco. Hoje, com a Selic aos 2,25%, o cenário é outro, mas ainda há oportunidades.

Mesmo assim, as próprias letras se apresentam como boas opções para o investidor diversificar o seu portfólio. Entre os benefícios está a isenção do Imposto de Renda para pessoas físicas – o que pode deixar a LCI mais competitiva do que muitos CDBs.

Algo que o investidor precisa se atentar muito, no entanto, é a credibilidade do emissor do título. “Esse é o principal fator de risco de quem está emitindo o crédito, mas é bom lembrar que ele também é garantido pelo Fundo Garantidor de Crédito”, diz Arley Matos Junior, gerente de advisory do Santander Brasil.

Para entender mais, confira o novo episódio do podcast “O que eu faço?”, comandado por Fernando Nakagawa e por Luciana Barreto.

 

Episódio 21: Empresas sustentáveis atraem investidores nas bolsas: conheça o termo ESG

O mundo não está mudando apenas por causa da pandemia da Covid-19. O chamado “capitalismo consciente” tem feito com que diversas empresas passassem a olhar para outros fatores além do lucro, como temas ligados à sustentabilidade e aos benefícios para a sociedade como um todo. Essas companhias são conhecidas como ESG (abreviação, em inglês, de Environmental, Social and Governance, ou, em português, Ambiental, Social e Governança Corporativa).

Esse tema não é novo, mas ganhou muito mais força no início desse ano. Em janeiro, o executivo Larry Fink, presidente da BlackRock, a maior gestora de ativos do mundo, afirmou em uma carta que o foco de investimentos da companhia seria em empresas e setores que colocam a sustentabilidade no centro da estratégia. A gestora possui US$ 6,5 trilhões em investimentos, logo a carta não foi levada como uma simples declaração.

Com isso, fica a pergunta: vale a pena investir em empresas que são mais conscientes com o mundo? Na visão de Christiano Clemente, chefe de investimentos e Advisory do Santander Private Banking, é um movimento que cresce cada vez mais.

“Ninguém quer olhar uma empresa que não tem processos ou propósitos definidos. Seja meio ambiente, questões sociais e outras externalidades: cada vez mais esse tema é mais discutido”, diz ele durante o novo episódio do podcast “O que eu faço?”.

Números da própria BlackRock atestam esse movimento: no mundo, os ativos alocados em fundos ESG passaram de menos de US$ 700 bilhões em 2018 para US$ 900 bilhões em 2019, o maior volume registrado.

 

Episódio 20: Crédito fica mais barato em momentos de taxa Selic baixa? Veja oportunidades

A taxa Selic foi reduzida mais uma vez, para 2,25% ao ano, e é a menor da história. Em tempos de juros baixos, tomar crédito passa a ser um ato menos salgado do que outros tempos. E durante uma pandemia, em que empresas cortam salários ou até mesmo demitem, a ida para o banco em busca de um empréstimo pode vir a se tornar uma necessidade de diversos brasileiros.

E apesar de dívida não ser uma palavra muito bem quista por parte dos brasileiros, ela pode ser positiva. O crédito imobiliário, por exemplo, nunca foi tão baixo no Brasil – o que pode trazer uma série de possibilidades para quem quer investir em imóveis ou até mesmo comprar a sua casa própria.

“Essa taxa Selic no nível que está traz oportunidades de estímulo para a economia, no próprio reaquecimento do mercado”, diz Sandra Rodrigues, superintendente executiva de produtos de crédito para pessoa física.

Mas, é notório que as taxas de juros praticadas pelas instituições financeiras não andam tão em linha com a Selic. É verdade que algumas opções de crédito diminuíram, mas bem menos do que esperado por clientes. Por que isso acontece? Segundo Rodrigues, há diversas variáveis: o custo do dinheiro no longo prazo, o risco da inadimplência e o peso da carga tributária brasileira.

“Só para se ter ideia, o custodo empréstimo para 48 meses é o dobro de 12 meses. Para 60 meses, é três vezes maior”, afirma Rodrigues.

Porém, há oportunidades para a especialista. Um deles é o crédito com garantia: um tomador de empréstimo pode colocar o imóvel próprio (ou até mesmo um automóvel) como uma segurança para a instituição financeira de que a dívida será honrada. Isso diminui – e muito – o valor dos juros para a pessoa em busca de crédito.

 

Episódio 19: Seguro de vida: quando vale a pena e como contratar?

Produto financeiro que garante a estabilidade econômica da família e de pessoas próximas, o seguro de vida ainda desperta muitas dúvidas sobre a necessidade e momento de contratação. Pensar em morte ou acidentes graves não é agradável, mas é necessário como forma de precaução, empatia e cuidado. 

No Brasil, contudo, o seguro de vida não é encarado com a mesma prioridade em relação a outros países, avalia Marcelo Malanga, diretor-presidente da Zurich Santander. “Infelizmente não temos uma cultura bastante fundamentada no tema de proteção. Temos uma visão de proteção maior do carro, por exemplo, do que da própria vida. Em outros países, essas cultura é distinta”, defende. 

Na Zurich Santander, a média de idade dos assegurados é de 45 anos, mas, segundo Malanga, não existe um momento exato que em que seja mais estratégico ter uma apólice — cada pessoa deve analisar sua situação individualmente. “É muito importante para poder garantir durante um determinado tempo a subsistência de dependentes na falta de renda por alguma fatalidade ou imprevisto”, diz. 

Segundo Malanga, é imprescindível que o assegurado seja transparente na hora de contratar o serviço, relatando todas as doenças e fragilidades de saúde. Caso contrário, se o sinistro for mal conduzido, haverá complicações para a cobertura de determinados infortúnios

 

Episódio 18: A bolsa cresce enquanto a economia sofre: é hora de investir?

Mais uma vez, o otimismo voltou ao mercado financeiro. Há investidores fazendo contagem regressiva para que a bolsa volte ao patamar dos 100.000 pontos, após a queda para os 60.000 pontos durante o mês de março e abril. Esse fato, no entanto, está rendendo até piadas na internet.


Afinal, a euforia vista no mercado financeiro está totalmente descolada da economia real – o Boletim Focus, que reúne as previsões dos principais especialistas no tema no Brasil, por exemplo, acredita que a queda no PIB será de 6,5% em 2020.


Mesmo assim, o Ibovespa segue em tendência de alta. Tendo isso em vista é hora de entrar na bolsa ou estamos observando mais uma bolha se formar? Na opinão de André Rosenblit, diretor da Santander Corretora, a alta faz sentido e não há motivos suficientes que façam uma nova queda brutal.

 

Episódio 17: Como diversificar os meus investimentos? Conheça o seu perfil de investidor

Caso exista alguma regra de ouro no mundo dos investimentos, essa é a da diversificação. Para proteger os investimentos de quedas abruptas em momentos de instabilidade, os maiores investidores sempre falam da importância de não manter todos os ovos na mesma cesta: afinal, se a cesta cair, os seus ovos não se quebrarão todos de uma vez.

A metáfora explica bem esse sentimento no mercado financeiro. Não por acaso, existem investimentos defensivos que podem ajudar a anular perdas de outros ativos. Exemplo: quando a taxa básica de juros, a Selic, é reduzida pelo Banco Central, automaticamente todos os investimentos atrelados à ela também terão a rentabilidade diminuída.

O dólar, por sua vez, aumenta – juros menores significa que investidores estrangeiros tirarão o seu dinheiro do país. Menores dólares no Brasil ocasionam uma valorização da moeda americana frente ao real. O que ajuda a aumentar a rentabilidade daqueles que deixaram de ganhar com outros ativos ligados à Selic.

Esse é apenas um dos exemplos da importância da diversificação.

 

Episódio 16: É hora de financiar um imóvel? Menor taxa de juro da história traz oportunidades

A taxa básica de juros, conhecida também como Selic, é a menor de toda a história – e pode seguir caindo após reuniões do Copom. Com isso, algumas oportunidades começam a surgir, inclusive aquela que é o sonho de muitos brasileiros: conseguir ter a casa própria.

Por isso, quando a taxa básica cai, é normal que o financiamento imobiliário acompanhe essa movimentação. “Sem dúvida nenhuma é uma oportunidade para assumir um crédito imobiliário”, diz Sandro Gamba, diretor de negócios imobiliários do Santander.

Além disso, a queda nas taxas pode representar um alívio nas contas daqueles que já financiaram o seu imóvel anteriormente. Com a queda nas taxas, é possível buscar portabilidade da dívida, ou seja, você pode negociar com bancos concorrentes ao que fez o seu financiamento na busca por melhores taxas. Ou, até mesmo, a instituição financeira pode cobrir a proposta e reduzir os juros.

 

Episódio 15: É possível viver de renda investindo em ações que distribuem lucros?

As oscilações no mercado de ações faz com que muitas pessoas aproveitem os períodos de baixa, para comprar ativos e, assim, vender quando os papéis estiverem mais valorizados. 

O que muitos não sabem, porém, é que é possível lucrar sem precisar vender ações. Isso ocorre pela distribuição de dividendos.  

O dividendo é, basicamente, parte do lucro que as empresas de capital aberto repassam periodicamente com seus acionistas – uma espécie de remuneração para quem compra ações e, assim, se torna um sócio de determinada companhia.

Mas, como saber quais são as ações e companhias que mais distribuem dividendos? E, diante da instabilidade provocada pela pandemia, que fez com que algumas empresas anunciassem que não pagarão dividendos neste ano, ainda dá para tirar sustento disso? 

Para explicar como funciona essa modalidade e a distribuição do lucro das empresas para os acionistas, Fernando Nakagawa e Luciana Barreto conversaram com Alexandre Cancherini, superintendente-executivo de renda variável do Santander Asset Management. 

 

Episódio 14: As oportunidades das empresas pequenas: entenda o que são as small caps

Quando um investidor novato se depara com o termo "small caps" pode pensar que se trata de empresas pequenininhas perto das gigantes.

Mas não é bem assim. Na B3, que é a bolsa brasileira, não existe um valor determinando o que faz uma empresa estar nesse grupo ou não, mas, lá fora, são aquelas companhias que têm um valor de mercado entre US$ 250 milhões a US$ 2 bilhões. 

As ações dessas empresas são menos negociadas do que empresas como Petrobras e Vale, por exemplo. Logo, pode ser mais difícil encontrar um comprador quando o investidor quiser vender o papel.

Para entender mais sobre small caps, Fernando Nakagawa e Luciana Barreto, âncora da CNN recebem Renato Chanes, estrategista de pessoa física da Santander Corretora.

 

Episódio 13: É possível ter investimentos com menos risco na bolsa? Conheça as ‘blue chips’

No noticiário econômico e financeiro, é comum ouvir o termo "blue chips" para designar as empresas mais sólidas e consolidadas no mercado de capitais. Ou seja, são aquelas corporações que já possuem marcas fortes, negócios robustos, resultados seguros e que já foram muito testadas na bolsa de valores. Diante disso, também são vista por investidores como mais resistentes à volatilidade do mercado em tempos instáveis.

Na bolsa brasileira, entre as principais blue chips estão a estatal Petrobras, a mineradora Vale, os bancos Ita??, Bradesco, Santander e Banco do Brasil e a empresa de bebidas Ambev. Para discutir este tipo de investimento o podcast, Fernando Nakagawa e Luciana Barreto recebem Ricardo Peretti, estrategista de renda variável do Santander para Brasil e América Latina.

 

Episódio 12: Fundos imobiliários podem ser investimentos defensivos na crise 

O brasileiro gosta de imóveis como investimento, mas tem apreciado cada vez mais dos fundos imobiliários. Somente em 2019, houve um aumento de 187,5% no total de dinheiro investido nesses fundos. E a conta, segundo especialistas, deve continuar subindo no futuro, apesar de passar por períodos complicados neste ano.

Mas como funcionam os fundos imobiliários? Para entender mais, Fernando Nakagawa e Luciana Barreto conversam com Felipe Vaz, analista do Santander Corretora.

 

Epis??dio 11: Como emprestar dinheiro para empresas e ganhar com isso?

Você sabia que empresas como Vale, Petrobras e Usiminas querem pegar o seu dinheiro emprestado? Isso acontece por meio das debêntures, que são títulos de dívidas emitidos por empresas para financiar as suas operações – bem ao estilo dos títulos públicos, que foram explicados no episódio 10 do "O que eu faço?”.

Arthur Sinzato, superintendente advisor do Santander Private Banking, explica o que você deve fazer.

 

Episódio 10: Com juros a 3%, ainda vale a pena investir em títulos públicos?

Títulos públicos é quando qualquer cidadão – brasileiro ou estrangeiro – empresta dinheiro para o governo federal, que busca recursos para conseguir fechar as contas. 

A taxa base que o governo utiliza para pagar esses empréstimos é a Selic, a taxa básica de juros. Como, atualmente, ela está em 2,25% ao ano, os retornos estão bem menores do que há alguns anos. Em 2016, para se ter uma ideia, a Selic estava em 14,25% ao ano.

Com tudo isso em vista, ainda vale a pena investir no Tesouro? Para ter essa resposta, o podcast “O Que eu Faço?” conversa com Arthur Sinzato, superintendente advisor do Santander Private Banking.

 

Episódio 9: Mulheres ainda são minoria na bolsa; como reverter este cenário?

Nos últimos 17 anos, o número de mulheres que investem no Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, saltou de 15 mil, para 388 mil investidoras (2002-2019) - volume recorde de mulheres inscritas, segundo a B3. Além disso, as mulheres movimentaram quase R$ 80 bilhões no mercado financeiro. 

Ainda assim, elas ainda são minoria na hora de investir: de acordo com a B3, as mulheres representam apenas 25% dos investidores do mercado financeiro, enquanto os homens representam 75% dos investidores.

Mas, se há um retorno tão positivo para a economia e mercado financeiro, por que as mulheres ainda são minoria na hora de investir? Para falar sobre finanças femininas, um time só delas: Luciana Barreto e a editora-executiva Paula Bezerra conversam com Luciane Effting, superintendente-executiva de investimentos do Santander. 

 

 

Episódio 8: Volatilidade no mercado faz poupança voltar à moda. Mas vale o investimento?

Uma sequência inédita de circuit breakers na bolsa brasileira - quando as negociações são interrompidas para conter a queda e perda de investidores - fez o Ibovespa acumular uma queda de 30% entre março e abril, pior resultado em 22 anos.

As recorrentes perdas aumentaram a procura por ativos mais seguros e de renda fixa e, consequentemente, a busca pela poupança também cresceu.,202

Mas, com tantas possibilidades de investimento em ativos mais seguros, como os CDBs e Tesouro Direto, a poupança ainda vale a pena? E para quem? Para esclarecer todas essas dúvidas, Luciana Barreto, âncora da CNN, e a editora-executiva do CNN Brasil Business, Paula Bezerra, conversam com Paulo Oliveira, superintendente executivo da assessoria de investimentos do Santander Brasil.

 

Episódio 7: Fundos de investimento ajudam a diversificar a carteira; conheça a modalidade

Conhecido como uma espécie de ‘condomínio’ de investidores, os fundos de investimento agrupam recursos de inúmeras pessoas, para que sejam aplicadas em conjunto no mercado de capitais e financeiro. Ele é uma das oportunidades, segundo especialistas, aos que desejam investir com uma composição de carteira mais segura e diversa.  

Para explicar as oportunidades da modalidade e entender o que é preciso ficar atento quando for escolher opções de fundos de investimento, o podcast “O que eu faço?” conversou com André Cobianchi, superintendente do Santander Asset Management. 

 

Episódio 6: Posso ser sócio da Apple ou do Google? Como (e por que) investir no exterior

E se em vez de comprar apenas um iPhone, você adquirisse uma fatia societária da Apple, a fabricante do smartphone? Isso não é só possível como muito comum.

Para entender melhor sobre esse cenário, o podcast “O que eu faço?” conversou com Renato Chanes, estrategista de pessoa física da Santander Corretora. 

 

Episódio 5: Juros a 3%: ainda é possível ganhar dinheiro com renda fixa?

A menor taxa de juros da história no Brasil visa estimular o consumo e, também, diminuir o tombo da economia em 2020 com a pandemia de Covid-19. 

Mas com o corte dos juros da taxa Selic, como ficam o

s investimentos em renda fixa a partir de agora? O brasileiro, que sempre preferiu a renda fixa a tomar risco na bolsa, conseguirá ter algum retorno com juros tão baixos?

Para entender melhor sobre esse cenário, “O que eu faço?” ouviu Cal Constantino, superintendente de renda fixa da Santander Asset Manageament. 

 

Episódio 4: Com a aposentadoria mais distante, como poupar para a velhice? 

Com a reforma do sistema previdenciário, especialmente às relacionadas ao aumento da idade mínima, muitos brasileiros viram o sonho de se aposentar mais distante.

Por isso, “O que eu faço?” decidiu ir atrás do passo a passo que uma pessoa precisa dar para uma aposentadoria mais tranquila, a começar por um pensamento de longo prazo.

Gilberto Abreu, diretor presidente da Santander Asset Manageament, discute o hábito de como cuidar das finanças para a velhice. 

 

Episódio 3: Bolsa despenca em meio à pandemia. É hora de entrar? 

Sucessivas altas desde 2016 incentivaram milhões de novos investidores a desbravar o mundo da bolsa de valores. 

Mas 2020 escancarou os riscos por trás deste mercado. A queda de 30% do Ibovespa, principal índice da bolsa, mostra o tamanho da queda, e há ações que chegar a perder mais de 50% do seu valor de mercado.

Diversos especialistas começam a falar: é hora de investir mais na bolsa. Outros, no entanto, ainda acreditam que a bolsa pode cair ainda mais com os efeitos da COVID-19.

Para saber o real cenário neste momento, o podcast "O que eu faço?" convidou Ricardo Peretti, estrategista de renda variável do Santander. 

 

Episódio 2: O dólar não para de subir em 2020. É hora de comprar a moeda americana?

Com o aumento do valor de cotação do dólar, acima dos 5 reais desde março, o podcast da CNN Brasil Business responde à questão: é possível ganhar dinheiro ao investir na moeda americana?

Nesta edição, Fernando Nakagawa e André Jankavski ouviram Rafael Bisinha, estrategista-chefe do Santander Private Banking, para discutir as melhores formas de comprar dólares. 

 

Episódio 1: Reserva de emergência em tempos de Covid-19 

Ter uma reserva de emergência é uma das premissas básicas das finanças pessoais e se tornou ainda mais importante em tempos de pandemia. 

Mas um estudo publicado em 2019 mostrou que apenas 1 em 10 brasileiros consegue guardar dinheiro por mês. Afinal, por que é tão difícil estruturar uma reserva de emergência? O quanto devo guardar por mês? Onde investir esse montante? 

Nesta edição, Fernando Nakagawa, diretor do CNN Brasil Business, e André Jankavski, editor-executivo, conversam com Luciane Effting, superintendente-executiva de investimentos do Banco Santander, a fim de encontrar a melhor maneira de organizar uma reserva de emergência e as principais dicas para investi-la. 

 

*“O que eu Faço?” estará disponível duas vezes por semana no site do CNN Brasil Business e também nas plataformas de áudio. Quem tiver dúvidas já pode enviá-las por meio das redes sociais da CNN Brasil Business no Instagram, no Twitter e no Facebook, com a hashtag #CNNoqueeufaço?