Embraer abre 250 vagas de estágio no país todo para trabalho presencial e remoto

Mesmo os candidatos que forem selecionados para vagas presenciais vão trabalhar em sistema de home office até que seja seguro voltar aos escritórios

Manuela Tecchio, do CNN Brasil Business, em São Paulo
18 de janeiro de 2021 às 16:42 | Atualizado 19 de janeiro de 2021 às 13:11
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Hangar da Embraer: Empresa com mais de 50 anos de mercado abre novas vagas de estágio
Foto: Divulgação 

Alinhada com as tendências induzidas pela pandemia no mercado de trabalho, a Embraer (EMBR3) acaba de abrir vagas remotas, pela primeira vez, para todo o Brasil em seu tradicional programa de estágio. São mais de 250 posições em diversas áreas da companhia, como administrativa, de tecnologia e engenharia e operações.

Podem se inscrever no programa tanto candidatos de nível superior quanto técnicos. Nesta edição, todas as etapas do processo seletivo acontecem pela internet, desde a análise de perfil, até a dinâmica de grupo e a entrevista final. Os aprovados devem começar a trabalhar já no mês de março.

Os cargos de trabalho presencial vão se concentrar nas unidades da empresa em São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina. Mesmo os candidatos que forem selecionados para vagas presenciais vão trabalhar em sistema de home office até que as autoridades de saúde considerem segura a volta aos escritórios, explica a Embraer em comunicado.

Além das bolsas "compatíveis com o mercado", os benefícios incluem vale-transporte, vale-refeição e assistências médica e odontológica. As inscrições vão até a próxima sexta-feira (22) pelo site de vagas da companhia.

A empresa

Fundada em 1969, a brasileira Embraer é a terceira maior fabricante de jatos comerciais do mundo e líder no segmento de aeronaves com até 130 assentos. Possui unidades industriais e centros de distribuição de peças e serviços em quatro dos cinco continentes do mundo.

A empresa tem cerca de 18 mil empregados, e mais de 8 mil aeronaves produzidas nos últimos anos. Em 2018 celebrou um acordo de fusão com a Boeing, rompido dois anos depois por decisão da norte-americana. Em 2019, teve receita líquida de R$ 21,8 bilhões.