Garcia: Nova administração no Congresso quer minimizar consequências da pandemia

No quadro Liberdade de Opinião, Alexandre Garcia avalia possibilidade do retorno do auxílio emergencial

Da CNN, em São Paulo
08 de fevereiro de 2021 às 11:06 | Atualizado 08 de fevereiro de 2021 às 11:10

 

No quadro Liberdade de Opinião desta segunda-feira (8), o jornalista Alexandre Garcia avalia o papel do Congresso na possibilidade do retorno do auxílio emergencial. De acordo com Igor Gadelha, analista de política da CNN, o benefício passará a se chamar "Bônus de Inclusão Produtiva", já apelidado nos bastidores de "BIP".

O novo auxílio pretende atingir cerca de 30 milhões de brasileiros e a ideia é pagar R$ 200. Para que o projeto se concretize, o ministro da Economia, Paulo Guedes, quer que o Congresso aprove a cláusula de calamidade para permitir que essa despesa fique fora do teto de gastos.

“A nova administração [da Câmara e do Senado] firmou compromisso público de fazer de tudo que fosse possível para minimizar as consequências da pandemia, e é isso que está sendo feito. Antes disso, o governo não ia entrar nessa. Se não respeitar a lei de responsabilidade fiscal e teto de gastos, isso é motivo para impeachment, e o presidente não ia entrar nessa. Então, era assunto vetado continuar o auxílio além do prazo dele”, diz.

“Mas agora surgiu essa boa vontade da Câmara e do Senado para fazer alterações, apertar o portão de emergência, de calamidade, como diz Paulo Guedes, e com isso abrir créditos fora do teto de gastos. Portanto, crédito autorizado pelo Congresso Nacional, que tem até o poder constituinte.”

O Liberdade de Opinião tem a participação de Sidney Rezende e Alexandre Garcia. O quadro vai ao ar diariamente na CNN.

As opiniões expressas nesta publicação não refletem, necessariamente, o posicionamento da CNN Brasil ou seus funcionários.

Alexandre Garcia no quadro Liberdade de Opinião
Foto: CNN (08.fev.2021)

(Publicado por: André Rigue)