Tebet: Auxílio voltará, mas fim de piso para saúde e educação não deve passar

Senadora afirma que solução para novos pagamentos com responsabilidade fiscal está 'pacificada', mas que versão aprovada será desidratada

Da CNN, em São Paulo
25 de fevereiro de 2021 às 00:02

Para a senadora Simone Tebet (MDB-MS), a PEC Emergencial pagou o preço de tentar abarcar muitos assuntos de uma só vez. A parlamentar acredita na aprovação do texto, mas avalia que o escopo da proposta deve ficar na viabilização da retomada do auxílio emergencial.

“A primeira parte da PEC está pacificada, que é a necessidade de aprovar novo auxílio emergencial com responsabilidade fiscal. Porém, o texto era tão robusto, com tantas amarras e complexidade, que se tornou inviável” disse Tebet, em entrevista à CNN nesta quinta-feira (24).

Relator da proposta, o senador Márcio Bittar (MDB-AC) apresentou um texto que permite a retomada do auxílio, mantendo também gatilhos para a redução de despesas em estados endividados. O parlamentar, no entanto, incluiu ainda o fim de patamares mínimos obrigatórios de investimento em saúde e educação.

"Não vejo possibilidade de aprovar a desvinculação de gastos com saúde e educação", opinou a senadora Simone Tebet à CNN

Publicado por Guilherme Venaglia