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    ANS suspende a venda de 70 planos de saúde de 8 operadoras

    Para a decisão órgão levou em consideração mais de 37 mil reclamações que foram registradas desde 1º de janeiro deste ano até 31 de março

    Entre as operadoras com planos suspensos estão a Amil, Santo André, Esmale, Saúde Brasil, Biovida, Unimed Norte/Nordeste e Unimed-Rio
    Entre as operadoras com planos suspensos estão a Amil, Santo André, Esmale, Saúde Brasil, Biovida, Unimed Norte/Nordeste e Unimed-Rio Agência Brasil

    Antonio Temóteo, do Estadão Conteúdo

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    A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) decidiu suspender, nesta segunda-feira (27), temporariamente a venda de 70 planos de saúde de oito operadoras diante das reclamações efetuadas no 1º trimestre. A proibição vale a partir de 30 de junho.

    Segundo a ANS, 1,45 milhão de beneficiários desses planos ficam protegidos com a medida, já que esses planos só poderão voltar a ser comercializados para novos clientes se as operadoras apresentarem melhora no resultado no monitoramento.

    Para decidir pela suspensão, o órgão regulador levou em consideração mais de 37 mil reclamações que foram registradas desde 1º de janeiro deste ano até 31 de março.

    Entre as operadoras com planos suspensos estão a Amil, Santo André, Esmale, Saúde Brasil, Biovida, Unimed Norte/Nordeste e Unimed-Rio.

    A lista completa dos planos suspensos está disponível na nota oficial da ANS.

    Decisão é relevante para o setor, diz Abramge

    Em nota, a Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) diz que “avaliará cuidadosamente o inteiro teor da decisão da ANS e que entende a importância da iniciativa para esclarecer que os tratamentos de transtornos globais do desenvolvimento não serão impactados”.

    Segundo a Abramge, a ANS “abre um canal de diálogo importante junto às representações de profissionais de saúde, operadoras e sociedade, principalmente pais e pacientes, buscando garantir que a cobertura dessas terapias seja resolutiva e equilibrada, fundamentada em critérios técnicos de Avaliação de Tecnologia em Saúde (ATS)”.

    “A Abramge também informa que a decisão é relevante para o setor. Neste momento, aguarda a publicação do inteiro teor do acórdão para fazer uma análise minuciosa dos impactos da decisão do STJ nos planos de saúde”, conclui a nota.

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