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    Após BP e Shell, ExxonMobil anuncia que vai deixar último projeto na Rússia

    Suspensão do Sakhalin-1, "um dos maiores investimentos internacionais diretos na Rússia", encerraria mais de 25 anos de presença comercial contínua da empresa no país

    Outras empresas ocidentais, incluindo Apple, Ford e General Motors, também se distanciaram de Moscou nos últimos dias
    Outras empresas ocidentais, incluindo Apple, Ford e General Motors, também se distanciaram de Moscou nos últimos dias Foto: REUTERS/Jim Young/File Photo

    Matt Egando CNN Business*

    em Nova York

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    A ExxonMobil disse na última terça-feira (2) que vai deixar seu último projeto de petróleo e gás na Rússia e não investirá em novos empreendimentos no país, rico em reservas petroleiras.

    Ao descontinuar o projeto Sakhalin-1 na Rússia, a Exxon se junta a uma lista crescente de empresas de energia, incluindo BP e Shell, que já anunciaram a intenção de deixar o país. Outras empresas ocidentais, incluindo Apple, Ford e General Motors, também se distanciaram de Moscou nos últimos dias.

    “A ExxonMobil apoia o povo da Ucrânia enquanto buscam defender sua liberdade e determinar seu próprio futuro como nação”, disse a empresa em comunicado. “Deploramos a ação militar da Rússia que viola a integridade territorial da Ucrânia e põe o povo em perigo.”

    O Sakhalin-1 é “um dos maiores investimentos internacionais diretos na Rússia”, segundo o site do projeto. A Exxon Neftegas Limited, uma subsidiária da Exxon, tem uma participação de 30% e atua como operadora. A russa Rosneft também possui uma participação.

    Um porta-voz da Exxon confirmou à CNN americana que este é o último projeto russo restante da empresa. Ao abandonar este projeto, a Exxon encerraria mais de um quarto de século de presença comercial contínua na Rússia.

    A Exxon, a maior empresa de petróleo dos EUA, foi uma omissão gritante entre as grandes marcas que cortam laços com a Rússia. A empresa opera o projeto Sakhalin-1 em nome de um consórcio que inclui empresas russas, japonesas e indianas.

    “Em resposta aos eventos recentes, estamos iniciando o processo de descontinuação das operações e desenvolvendo etapas para sair do empreendimento Sakhalin-1”, disse a Exxon.

    A empresa não detalhou o custo financeiro de desfazer um projeto no qual investiu recursos consideráveis ​​ao longo dos anos.

    A Exxon sinalizou que a saída não ocorrerá da noite para o dia, dizendo que tem a obrigação de garantir a segurança das pessoas e do meio ambiente ao sair do projeto.

    “O processo de descontinuação das operações precisará ser cuidadosamente gerenciado e coordenado de perto com os co-empreendedores para garantir que seja executado com segurança”, disse a empresa.

    Este conteúdo foi criado originalmente em inglês.

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