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    Daniella Marques assume presidência da Caixa nesta terça-feira (5)

    Nome da economista foi aprovado pelo Comitê de Elegibilidade na última sexta-feira (1º); cerimônia ocorrerá no Palácio do Planalto

    Pedro Zanattado CNN Brasil Business

    em São Paulo

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    A economista Daniella Marques assume, nesta terça-feira (5), a presidência da Caixa Econômica Federal, em cerimônia oficial no Palácio do Planalto. O nome de Marques foi aprovado pelo Comitê de Elegibilidade da Caixa Econômica Federal na sexta-feira (1º), quando o termo de posse foi assinado.

    Marques substituirá Pedro Guimarães, que pediu demissão na última quarta-feira (29), após denúncias de assédio sexual que estão sendo investigadas pelo Ministério Público Federal e pelo Ministério Público do Trabalho. Em carta divulgada, o ex-presidente do banco negou as acusações.

    A economista até então ocupava o cargo de secretária especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia, para o qual foi indicada em 2 de fevereiro de 2022.

    Marques integra o governo federal desde 2019, quando foi nomeada como chefe da Assessoria Especial de Assuntos Estratégicos do ministro Paulo Guedes.

    Ela é formada em administração pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e possui um MBA – modalidade de pós-graduação – em finanças pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec).

    Segundo o Ministério da Economia, ela atuou por 20 anos no mercado financeiro, na área de gestão independente de fundos de investimentos. Marques também foi sócia-fundadora e diretora de fundos de investimento.

    A analista de Economia da CNN Raquel Landim apurou que a nova presidente deve criar um comitê para apurar as denúncias de assédio sexual contra seu antecessor.

    Segundo interlocutores ouvidos, o comitê de crise vai ser interdisciplinar, com especialistas das áreas jurídicas, conformidade, marketing, etc.  O objetivo é apurar as denúncias e identificar se outros executivos do banco acobertaram os supostos crimes.

    Também tem a função de isolar a crise, preservar a imagem da Caixa e manter em funcionamento os programas do banco como o Casa Verde Amarela, o pagamento do Auxílio Brasil, entre outros.

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