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    Governo dá 24h para companhia aérea Itapemirim explicar cancelamento de voos

    Ministério da Justiça, por meio da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), também estipulou prazo de 5 dias para a companhia informar como vai acomodar os passageiros que haviam comprado passagens

    Passageiros com voos cancelados da Itapemirim protestam no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP), no final da manhã deste sábado, 18 de dezembro
    Passageiros com voos cancelados da Itapemirim protestam no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP), no final da manhã deste sábado, 18 de dezembro Werther Santana / Estadão Conteúdo

    Basília Rodriguesda CNN

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    O Ministério da Justiça deu 24 horas para a Itapemirim Transportes Aéreos, também conhecida como Ita, explicar por que cancelou voos às vésperas do natal.

    O ministério, por meio da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), também estipulou prazo de 5 dias para a companhia informar como vai acomodar os passageiros que haviam comprado passagens e foram pegos de surpresa com a paralisação dos serviços.

    Na sexta-feira passada, alegando “ajustes operacionais”, o Grupo Itapemirim suspendeu temporariamente todas as operações.

    A Senacon pede, na notificação à empresa, informações sobre a assistência aos “consumidores que estão em aeroportos aguardando os possíveis voos”, afirma em nota o órgão ligado ao Ministério da Justiça.

    Foi exigido ainda “um plano de atendimento para os passageiros que foram lesados”. A Itapemirim também é cobrada a explicar “a razão da paralisação de todos os sistemas de atendimento ao consumidor, seja pelas plataformas eletrônicas, telefones ou atendimento presencial”.

    A Senacon afirma que, caso os danos aos consumidores não sejam reparados, o governo não descarta a possibilidade de aplicar multas na empresa, com base no Código de Defesa do Consumidor.

    A empresa está sob acusações também de fraude no processo de venda, em 2016.

    A Itapemirim foi fundada em 1953 no Espírito Santo e leva o nome da cidade onde nasceu: Cachoeiro de Itapemirim. Os antigos donos acreditam que a venda do grupo, no final de 2016, foi cercada de fraudes.

    A CNN tentou contato com a empresa e ainda não obteve retorno.

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