Mercosul: Bolsonaro diz que Brasil está comprometido com crescimento sustentável

Em reunião que entrega presidência do bloco ao Paraguai, Bolsonaro também lamentou dificuldades para avançar na revisão da Tarifa Externa Comum (TEC)

Presidente Jair Bolsonaro disse, em cúpula do Mercosul, que Brasil está empenhado em levar vacina de forma acelerada a sua população
Presidente Jair Bolsonaro disse, em cúpula do Mercosul, que Brasil está empenhado em levar vacina de forma acelerada a sua população 09/12/2021REUTERS/Adriano Machado

Raphael Coraccinida CNN

Em São Paulo

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O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse, durante reunião virtual da cúpula do Mercosul nesta sexta-feira (17), que o Brasil está empenhando em recuperar sua economia no pós-pandemia com ações voltadas ao crescimento sustentável.

“O governo brasileiro permanece comprometido com a recuperação da economia e do crescimento sustentável”, disse Bolsonaro na reunião em que entrega a presidência semestral do bloco ao presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez.

O presidente disse ainda que a crise econômica e a pandemia estão nos centros de ação do governo brasileiro. “Comprovamos a determinação em proteger nossas populações dos efeitos adversos da crise social e econômica gerada pela pandemia, e em oferecer vacina a todos de forma acelerada”, disse.

Houve ainda a defesa da integração produtiva no setor de fármacos no Mercosul, que, segundo Bolsonaro, deve servir para evitar que a região dependa de produtos estrangeiros.

“A pandemia mostrou que não podemos ficar dependentes de importação de fora da nossa região num setor tão fundamental para a vida de nossas populações”, acrescentou o presidente.

Bolsonaro lamentou que o bloco não tenha dado prosseguimento aos trabalhos para rever os níveis da Tarifa Externa Comum (TEC), que ele classificou como “meta prioritária da presidência semestral brasileira no Mercosul”.

“Lamentamos que não tenhamos logrado acordo neste tema neste semestre a despeito dos esforços do Brasil”, disse, acrescentando que o tema seguirá sendo debatido por ser “prioritário” na agenda brasileira dentro do bloco, concluiu.

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