Saiba quais foram as piores e melhores criptomoedas em 2021

Levantamento do QR Asset aponta a moeda digital axie inifinity como principal destaque do ano e o litecoin como a pior valorização

'Altcoins', moedas aternativas: litecoin, ripple e ethereum
'Altcoins', moedas aternativas: litecoin, ripple e ethereum Foto: Jack Taylor/Getty Images

Artur Nicocelido CNN Brasil Business

São Paulo

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Um levantamento realizado pela QR Asset Management apontou a axie inifinity e o the sandbox como as criptomoedas que mais valorizaram no último ano. O estudo analisa as 40 maiores moedas digitais por capitalização de mercado de acordo com o site Messari.io.

A axie é o ativo digital usado pelos usuários para comprarem axies (personagens do jogo que tem o mesmo nome da criptomoeda), com o objetivo de montar um time e batalhar com outros usuários.

“Axie Infinity foi talvez a sensação do ano e consolidou de vez o modelo “play-to-earn” para jogos baseados em blockchain”, diz Theodoro Fleury, gestor da QR Asset Management.

Jogo Axie Inifinity / Reprodução/Facebook/@axieinfinity

Já o the sandbox é a criptomoeda usada no jogo (também de mesmo nome) que permite usuários criarem terrenos virtuais que podem contribuir na construção do metaverso.

“O jogo The Sandbox teve ascensão meteórica no último trimestre do ano após o Facebook anunciar a sua mudança de branding e investimentos anuais da ordem de US$ 10 bilhões no metaverso”, explica Fleury.

Veja abaixo a lista das criptomoedas que mais valorizaram no último ano:

Nada mal

A análise da QR Asset também apontou as criptomoedas que tiveram o pior desempenho ao longo do último ano. O resultado final apontou um cenário positivo para o mercado de ativos digitais, pois o litecoin, que ocupou o posto de pior destaque, ainda valorizou 26,41%.

Logo em seguida, o bitcoin cash ocupou o posto de segunda pior valorização em 2021, de apenas 35,11%. Vale destacar que a diferença deste ativo e do bitcoin é o tempo de processamento dos blocos e o tamanho permitido por cada rede.

A lanterna do ranking é liderada por forks ou alternativas do bitcoin original. “Esses protocolos têm caído em desuso, pois o mercado está voltado para casos de uso mais práticos, como especulação com NFT´s, ou interação com protocolos de DeFi (finanças descentralizadas)”, afirma Fleury.

Esse é o segundo ano consecutivo que essas tentativas de cópias do bitcoin se repetem na metade de baixo da tabela

Veja abaixo os piores desempenhos de 2021:

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