Prime Time

seg - sex

Apresentação

Ao vivo

A seguir

    União Europeia exclui 7 bancos russos do sistema Swift, mostra diário oficial

    Bancos foram escolhidos com base em conexões com o Estado russo, com instituições públicas já sujeitas a sanções

    Logo do sistema de comunicação interbancária Swift
    Logo do sistema de comunicação interbancária Swift 25/02/2022. REUTERS/Dado Ruvic/Illustration

    da Reuters

    Ouvir notícia

    A União Europeia vai excluir sete bancos russos do sistema de comunicação interbancária Swift, que sustenta as transações globais, como parte de suas sanções em resposta à invasão da Ucrânia pela Rússia, segundo o diário oficial da UE nesta quarta-feira (2).

    Entre os bancos, que terão dez dias para encerrar suas operações no Swift, está o segundo maior credor da Rússia, o VTB, além de Bank Otrkitie, Novikombank, Promsvyazbank, Bank Rossiya, Sovcombank e VEB.

    Uma autoridade sênior da UE explicou que os bancos em sua lista foram escolhidos com base em suas conexões com o Estado russo, com os bancos públicos já sujeitos a sanções após a anexação da Crimeia pela Rússia em 2014.

    “Todos esses bancos que listamos sob o Swift são baseados em sua conexão com o Estado e a conexão implícita com o esforço de guerra. Não adotamos uma proibição geral em todo o sistema bancário”, disse a autoridade.

    O Sberbank, o maior credor da Rússia, e o Gazprombank não foram incluídos na lista porque são os principais canais para pagamentos de petróleo e gás russos, que os países da UE ainda estão comprando, apesar do conflito.

    A autoridade da UE disse que não é possível simplesmente permitir transações relacionadas à energia e excluir outras, pois o Swift não consegue diferenciar os tipos de pagamentos. Ela acrescentou que estes dois bancos estão, no entanto, sujeitos a outras medidas.

    União Europeia, Estados Unidos, Reino Unido e Canadá agiram no sábado para bloquear certos bancos russos do Swift, embora não tenham dito naquele momento quais credores seriam atingidos.

    Mais Recentes da CNN