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    Diretoria vai reavaliar venda de ativos em Plano Estratégico, informa Petrobras

    Na última quinta-feira (29), Conselho de Administração da empresa afirmou que estudaria desinvestimentos caso nova diretoria optasse por revisão

    Danilo Moliternoda CNN

    São Paulo

    A Petrobras comunicou, por meio de Fato Relevante divulgado nesta segunda-feira (3), que a nova diretoria executiva da empresa vai revisar os processos de desinvestimentos não assinados no âmbito dos ajustes ao Planejamento Estratégico da Companhia.

    Na última quarta-feira (29), o Conselho de Administração (CA) da empresa havia confirmado que estudaria a matéria caso a nova diretora executiva decidisse propor revisão do plano. O posicionamento foi resposta a ofício do Ministério de Minas e Energia.

    A empresa havia informado também que esta revisão não incluirá os processos de desinvestimentos que já estão em fase de assinatura e fechamento dos contratos.

    Na ocasião, ficou decidida também a suspensão do processo de venda de 38 ativos da estatal.

    Desinvestimentos na pauta da Petrobras

    A Petrobras informou no dia 1º de março que recebeu ofício do MME solicitando a suspensão da venda de ativos por 90 dias, em razão da reavaliação da Política Energética Nacional e da instauração de nova composição do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).

    Em 17 de março, a antiga diretoria executiva da empresa informou que não viu fundamentos para suspender processos de vendas de ativos com contratos finais já assinados. Após essa avaliação, o ofício foi enviado para análise do CA.

    No entanto, a partir do último dia 29 a Petrobras passou a analisar outro ofício do MME, que pedia a reavaliação da questão. No documento, a pasta usava como argumento a posse da nova diretoria da Petrobras, que ocorreu na última semana.

    “Em razão da eleição de nova diretoria, que, mais uma vez, respeitadas as regras de governança dessa companhia e de modo a preservar os interesses nacionais, caso entenda pertinente, seja solicitada a devolução da matéria ao Conselho de Administração para nova apreciação pela Diretoria Executiva com objetivo de serem realizados estudos mais aprofundados”, constava.