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    Carteira de dividendos: veja papéis mais recomendados para maio

    Ao todo, foram analisadas as recomendações de investimentos de seis bancos e corretoras

    João Nakamurada CNN São Paulo

    Entre as instituições financeiras consultadas pela CNN, o BB Seguridade é o mais indicado para a carteira de dividendos em maio.

    Foram analisadas a carteira de dividendos de seis bancos e corretoras do Brasil: Bradesco, XP, BTG Pactual, Guide, Ativa e Analisa.

    As ações mais indicadas para a carteira foram:

    • BB Seguridade: 6 recomendações;
    • Banco do Brasil: 5;
    • Petrobras: 5;
    • Vale: 5;
    • Eletrobras: 3;
    • Itaú: 3.

    Cenário econômico

    No cenário doméstico, os investidores estão acompanhando de perto o ciclo monetário.

    Na quarta-feira (8), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduziu os juros em 0,25 ponto percentual (p.p.), trazendo a Selic para 10,50% ao ano.

    O movimento marca a desaceleração do ritmo de corte após seis reduções seguidas de 0,50 ponto e coloca a taxa básica no menor patamar desde o final de 2021.

    No cenário externo, as atenções estão nos conflitos geopolíticos e a possibilidade de afrouxamento das taxas nas economias avançadas, principalmente nos Estados Unidos.

    Uma inflação acima do esperado no 1º trimestre no país norte-americano vem pressionando contra o início do corte de juros pelo Federal Reserve (Fed).

    A meta de inflação do Fed é de 2% ao ano. E após o Índice de Preços para Gastos de Consumo Pessoal (PCE) ter chegado a média de 1,9% no 2º semestre de 2023, o núcleo voltou a acelerar nos primeiros três meses de 2024 à média de 4,4%.

    Porém, a expectativa do mercado voltou a se aquecer no começo deste mês, quando o relatório payroll revelou que a economia dos EUA gerou 175.000 novas vagas de empregos em abril. O dado veio abaixo da expectativa de economistas.

    Com o enfraquecimento do mercado de trabalho, consequentemente deve ocorrer um abrandamento da economia, reduzindo riscos inflacionários. A consequência: uma sinalização positiva para cortes nos juros do Fed.