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    Inadimplência aumenta nas famílias paulistanas e atinge 23,5% dos lares no 1º semestre, diz FecomercioSP

    Nos primeiros seis meses deste ano, 948 mil famílias que vivem na cidade de São Paulo estavam inadimplentes

    Famílias da capital paulista com algum tipo de dívida, por outro lado, caíram de 2,97 milhões no primeiro semestre do ano passado para 2,94 milhões neste
    Famílias da capital paulista com algum tipo de dívida, por outro lado, caíram de 2,97 milhões no primeiro semestre do ano passado para 2,94 milhões neste Mikhail Nilov/Pexels

    Marianna Gualter, do Estadão Conteúdo

    O número de lares paulistanos com contas em atraso no primeiro semestre de 2023 aumentou em relação a igual período do ano passado, são 14,7 mil famílias a mais nesta situação.

    Nos primeiros seis meses deste ano, 948 mil famílias que vivem na cidade de São Paulo estavam inadimplentes – o que corresponde, em média, a 23,5% das famílias paulistanas, ante 22,9% no mesmo período do ano passado. As informações são da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

    As famílias da capital paulista com algum tipo de dívida, por outro lado, caíram de 2,97 milhões no primeiro semestre do ano passado para 2,94 milhões neste – de 74,1% para 72,9%.

    O cartão de crédito segue como a principal fonte de endividamento (83,5%), seguido por carnês (14,4%), crédito pessoal (11,1%) e crédito consignado (6,0%).

    Ainda segundo a FecomercioSP, a intenção de consumo das famílias cresceu 29,8% no primeiro semestre de 2023, em relação igual período de 2022.

    Houve alta em todos os sete itens analisados, com destaque para renda atual (55,6%) e momento para duráveis (42,9%).

    Já o índice que mede a confiança do consumidor cresceu 19,5% no período, com avanço do índice de condições econômicas atuais (42,9%) e na avaliação do médio e longo prazo (11,3%).