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    Intelbras compra empresa de energia solar por R$ 334 milhões

    Operação foi classificada pela empresa como a maior aquisição da sua história

    Painéis de energia solar em Porto Feliz (SP)
    Painéis de energia solar em Porto Feliz (SP) 13/02/2020REUTERS/Amanda Perobelli

    Luciana Collet, do Estadão Conteúdo

    A Intelbras anunciou nesta quarta-feira (16) a compra de 100% do capital social da catarinense Renovigi Energia Solar, por R$ 334,3 milhões.

    A operação foi classificada pela empresa como a maior aquisição da sua história. A aquisição faz parte da estratégia da empresa para se consolidar como uma empresa referência no mercado de energia solar.

    “A aquisição trará aos diversos canais de vendas e parceiros uma grande oportunidade de realização de negócios, ampliando ainda mais a disponibilidade de produtos ao mercado local, fazendo com que toda a cadeia seja beneficiada, o que inclui o consumidor final, pequenas, médias e grandes empresas”, declarou o principal executivo da Intelbras, Altair Silvestri.

    A Renovigi, sediada em Chapecó (SC), tem 10 anos de história e atua em todo o território nacional, apoiando-se de uma rede de parceiros para revenda de seus produtos.

    Em 2021, registrou R$ 799,5 milhões de faturamento, conforme balanço não auditado.

    Dois dos principais sócios fundadores e atuais gestores da Renovigi –Gustavo Müller Martins e Carlos Tadashi– continuarão à frente do negócio e permanecem como integrantes do Conselho de Administração da empresa.

    A aquisição será feita pelo valor fixo de R$ 284,1 milhões, dos quais R$ 83,5 milhões serão desembolsados à vista e os demais R$ 200,6 milhões serão pagos após carência de 7 meses, em 17 parcelas mensais e consecutivas corrigidas pelo CDI.

    Adicionalmente, haverá o pagamento de um valor variável, estimado em R$ 50,1 milhões, que será pago em três parcelas variáveis, anuais e consecutivas.

    A consumação da transação ainda está sujeita ao cumprimento de condições precedentes, incluindo, a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e pelos acionistas.