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Alckmin celebra acordo de livre comércio Mercosul-Efta: “Dia histórico”

Cerimônia de assinatura do acordo foi realizada nesta terça-feira (16) no Palácio do Itamaraty, no Rio de Janeiro

Rachel Amorim, da CNN, no Rio de Janeiro
Os 4 países que formam a Efta estão entre os maiores PIB per capita do mundo  • REUTERS/Adriano Machado
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O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), comemorou nesta terça-feira (16) a assinatura do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a Efta — associação europeia formada por Noruega, Islândia, Suíça e Liechtenstein — e classificou o momento como um “dia histórico”.

“Num mundo de incertezas, nós estamos dando uma prova de que é possível fortalecer o multilateralismo. O livre comércio aproxima os povos”, destacou Alckmin.

A cerimônia de assinatura do acordo foi realizada no Palácio do Itamaraty, no Centro do Rio de Janeiro, e foi presidida pelo ministro das relações exteriores, Mauro Vieira.

Participaram do encontro chefes de delegações de Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia ( que está processo de adesão ao bloco).

Representantes da Efta também marcaram presença.

Os 4 países que formam a Efta estão entre os maiores PIB per capita do mundo.

Para o governo brasileiro, a assinatura do acordo representa uma nova abertura comercial, pode gerar oportunidades de exportação, investimento e integração econômica.

O acordo cria um mercado de aproximadamente 300 milhões de pessoas. E por envolver países muito ricos, o Produto Interno Bruto (PIB) dos dois blocos gira em torno de US$ 4,3 trilhões.

Durante a assinatura do acordo, Geraldo Alckmin destacou a expectativa de que o Mercosul avance ainda mais na agenda de integração internacional.

Ele afirmou que o bloco trabalha para concluir até o fim do ano a assinatura do acordo de livre comércio com a União Europeia, tratado que vem sendo negociado há mais de duas décadas e que é considerado estratégico para ampliar mercados e atrair investimento.

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