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    Brasil e Portugal assinam ato de cooperação econômica com atenção a startups e pequenas empresas

    Parceria entre os países foi oficializada em participação do presidente Lula no Fórum Empresarial Portugal-Brasil, em Matosinhos

    Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se encontra com o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo.
    Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se encontra com o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo. Ricardo Stuckert

    Danilo Moliternoda CNN São Paulo

    Os governos de Brasil e Portugal assinaram nesta segunda-feira (24) um acordo para a cooperação econômica. A parceria foi oficializada em participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Fórum Empresarial Portugal-Brasil, em Matosinhos.

    Os países estabelecem no documento três frentes prioritárias para a cooperação. São elas:

    • Ações para promoção do desenvolvimento e internacionalização de startups;
    • Ações para promoção e desenvolvimento de negócios entre Pequenas e Médias Empresas de ambos os países;
    • Ações para incrementar a cooperação econômica e comercial entre a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP)

    O Itamaraty divulgou nota sobre ações práticas que serão tomadas para aumentar a cooperação econômica na CPLP. O incremento ocorrerá via “partilha de informações, de ações de capacitação e de formação e da criação de medidas que aumentem a competitividade e a segurança econômica para as empresas”, segundo a pasta.

    Assinaram o memorando a Agência Brasileira de Promoção de Exportações do Brasil (Apex-Brasil) e a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP).

    Na manhã desta segunda, Lula falou sobre as parcerias no fórum. O presidente brasileiro voltou a reforçar que, no âmbito da cooperação, não planeja vender empresas públicas.

    “Não vamos vender empresas públicas. O que queremos é convidar os empresários a fazerem parcerias conosco naquilo que a gente precisa criar de novo. No Brasil, nos últimos seis anos, se vendeu patrimônio público não para construir outro patrimônio, mas para pagar juros da dívida”, disse.