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    Campos Neto lamenta morte de Celso Pastore: “Sempre foi um apaixonado pelo BC”

    Economista foi presidente do BC durante os anos 1980 e também atuou como secretário da Fazenda do estado de São Paulo

    Retrato do economista Affonso Celso Pastore
    Retrato do economista Affonso Celso Pastore Felipe Rau/Estadão Conteúdo

    Cristiane Nobertoda CNN

    Brasília

    O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, lamentou a morte do professor e economista brasileiro Affonso Celso Pastore, nesta quarta-feira (21) aos 84 anos. Pastore foi presidente do BC durante os anos 1980 e também atuou como secretário da Fazenda do estado de São Paulo.

    “A gente sempre manteve muito contato ao longo desse tempo e ele sempre foi um apaixonado pelo Banco Central, pelas causas do Banco Central, defendeu a autonomia, defendeu todos esses nossos projetos, a nossa agenda recentemente. Então eu acho que é uma enorme perda”, afirmou Campos Neto na saída de um evento em Brasília nesta quarta.

    Pastore nasceu em São Paulo no ano de 1939, mesma cidade em que realizou a graduação e pós-graduação em Economia pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP), onde também realizou sua Livre Docência.

    Em 1967, passou a integrar a equipe de assessores do Ministério da Fazenda. Nessa época, um dos maiores desafios da economia brasileira era o combate à hiperinflação.

    *Com informações de Pedro Zanatta