Prime Time

seg - sex

Apresentação

Ao vivo

A seguir

    Com apoios de BB e Caixa, Americanas tem suporte para mais de 60% da dívida, diz varejista

    Plano de recuperação será votado em assembleia previsto para ir à votação em assembleia nesta tarde; companhia publicou fato relevante na madrugada desta terça-feira (19)

    Pedestre caminha em frente à loja da Americanas em Brasília
    Pedestre caminha em frente à loja da Americanas em Brasília 12/1/2023 - REUTERS/Ueslei Marcelino/Arquivo

    de Reuters

    A Americanas anunciou na madrugada desta terça-feira (19) que Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco da Amazônia e outros credores aceitaram acordo para apoiarem o plano de recuperação judicial da companhia, previsto para ir à votação em assembleia nesta tarde.

    Com as novas adesões ao acordo de apoio, chamado pela Americanas de PSA, o plano de recuperação judicial da empresa conta com adesão de “parcela significativamente superior a 60% da dívida da companhia”.

    A rede de varejo responsável por um dos maiores pedidos de recuperação judicial da história do Brasil afirmou que, além de BB e Caixa, “diversos outros detentores de títulos de valores mobiliários da companhia” também aderiram ao PSA.

    A companhia afirmou que seu conselho de administração aprovou um aditamento ao plano de recuperação judicial (PRJ) que estabelece que o preço das ações no âmbito do aumento de capital previsto no plano será calculado com base na média de preço do papel na B3 nos 60 dias corridos anteriores à aprovação do PRJ. Anteriormente a proposta previa o prazo como sendo 60 dias anteriores à véspera da assembleia geral de credores.

    Segundo a empresa, esse preço nesta terça-feira seria de 1,30 real por ação. A ação da Americanas encerrou a segunda-feira cotada a 0,95 real.

    Veja também: Entenda a fraude na Americanas