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    Em Washington, Haddad defende reformar bancos multilaterais para aumentar capacidade de financiamento

    Ministro diz que quer tornar instituições melhores, maiores e mais eficazes

    Ministro da Fazenda, Fernando Haddad
    Ministro da Fazenda, Fernando Haddad Diogo Zacarias/MF

    Cristiane Nobertoda CNN

    Brasília

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu uma série de medidas para fortalecer os bancos multilaterais de desenvolvimento em seu discurso na abertura da 2ª Reunião de Ministros de Finanças e Presidentes de Bancos Centrais do G20, que aconteceu nesta nesta quinta-feira (18), em Washington, D.C.

    Entre os pontos, Haddad destacou reformular as estruturas de governança para ampliar a representatividade dos países em desenvolvimento, implementar modelos operacionais que facilitem o acesso ao financiamento, aumentar a capacidade de financiamento, e conceber ferramentas de avaliação para maximizar o impacto de desenvolvimento.

    “Essas medidas têm como objetivo comum promover Bancos Multilaterais de Desenvolvimento melhores, maiores e mais eficazes, em linha com o mandato atribuído pelos líderes do G20 em 2023. No centro desses esforços está a necessidade de garantir que o apoio dos Bancos Multilaterais de Desenvolvimento seja orientado pelas prioridades nacionais de desenvolvimento, proporcionando benefícios tangíveis aos países beneficiários”, destacou.

    “Isso envolve melhorar a capacidade dessas instituições de responder de forma eficaz e em escala aos desafios de desenvolvimento, focando em áreas onde elas podem agregar valor de forma sistêmica”, disse Haddad.

    O ministro seguiu dizendo que uma das prioridades da presidência brasileira do G20 é a reforma da governança global. De acordo com ele, para chegar a esse objetivo, o país tem promovido debates sobre a reforma da arquitetura financeira Internacional, além de fortalecer a colaboração com os Bancos Multilaterais de Desenvolvimento.

    Ele reforçou a publicação de uma nota conjunta da presidência do G20 e dos co-chairs do Grupo de Trabalho do G20 sobre Reforma da Arquitetura Financeira Internacional acerca do caminho que os Bancos Multilaterais de Desenvolvimento devem percorrer para que se tornem melhores, maiores e mais eficazes.

    “A nota apresenta o progresso alcançado até o momento e delineia uma estrutura para a formulação do Roteiro do G20 ao longo deste ano”, pontuou.